{"id":2904,"date":"2024-04-12T07:53:09","date_gmt":"2024-04-12T07:53:09","guid":{"rendered":"https:\/\/omeucaminho.pt\/?page_id=2904"},"modified":"2024-08-30T17:41:09","modified_gmt":"2024-08-30T17:41:09","slug":"noticias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/omeucaminho.pt\/?page_id=2904","title":{"rendered":"Not\u00edcias Medicina"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2904\" class=\"elementor elementor-2904\" data-elementor-post-type=\"page\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1a6bf47 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"1a6bf47\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2787ec7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"2787ec7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sa\u00fade<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fd13296 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"fd13296\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0cbaf6b elementor-widget elementor-widget-spacer\" data-id=\"0cbaf6b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-395bb4f e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"395bb4f\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-edb8d2e e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"edb8d2e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0fbf6e5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"0fbf6e5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">An\u00e1lise ao sangue pode vir a diagnosticar Alzheimer<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-27f4c57 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"27f4c57\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Um estudo cient\u00edfico liderado pelo investigador Nicholas Ashton, especialista em Psiquiatria e Neuroqu\u00edmica da universidade de Gotemburgo, na Su\u00e9cia, conclui que\u00a0<strong>uma simples an\u00e1lise ao sangue pode ser o caminho para diagnosticar, de forma precoce, a doen\u00e7a de Alzheimer<\/strong>. O estudo incluiu 786 participantes, uns com sinais de dem\u00eancia, outros sem qualquer sintoma. Estas pessoas foram submetidas a exames cerebrais, pun\u00e7\u00f5es lombares e recolha de sangue. <strong>A an\u00e1lise ao sangue serve para medir os n\u00edveis de uma prote\u00edna denominada p-tau217, um marcador de altera\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas que acontecem ao n\u00edvel do c\u00e9rebro quando a doen\u00e7a de Alzheimer est\u00e1 em desenvolvimento.\u00a0<\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5abdacf elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"5abdacf\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-5abdacf\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p>Assim sendo, \u00e9 poss\u00edvel prever, atrav\u00e9s desta an\u00e1lise, se uma pessoa poder\u00e1 vir a ter a doen\u00e7a, mesmo antes de se desenvolverem sintomas.\u00a0<strong>\u201cO que impressiona nestes resultados \u00e9 o facto de a an\u00e1lise ao sangue ter tanta precis\u00e3o como os testes avan\u00e7ados,<\/strong>\u00a0como as an\u00e1lises ao l\u00edquido cefalorraquidiano e os exames cerebrais, para mostrar a patologia da doen\u00e7a de Alzheimer no c\u00e9rebro\u201d, disse \u00e0 CNN Internacional Nicholas Ashton, principal autor deste estudo.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Richard Oakley, diretor de pesquisa e inova\u00e7\u00e3o da brit\u00e2nica Alzheimer\u2019s Society enfatiza a import\u00e2ncia deste trabalho, desenvolvido na Su\u00e9cia. \u201cEste estudo \u00e9 um passo extremamente bem-vindo na dire\u00e7\u00e3o certa, pois mostra que\u00a0<strong>os exames de sangue podem ser t\u00e3o precisos quanto testes mais invasivos e caros\u00a0<\/strong>para prever se algu\u00e9m tem caracter\u00edsticas da doen\u00e7a de Alzheimer no c\u00e9rebro\u201d, frisa. Este investigador vai mais longe e acrescenta, ao jornal The Guardian: \u201cAl\u00e9m disso, sugere que os resultados destes testes podem ser suficientemente claros para n\u00e3o exigirem mais investiga\u00e7\u00f5es de acompanhamento para algumas pessoas que vivem com a doen\u00e7a de Alzheimer, o que poderia acelerar significativamente o caminho do diagn\u00f3stico no futuro. No entanto, ainda precisamos de mais pesquisas em diferentes comunidades para compreender a efic\u00e1cia destes exames de sangue em todas as pessoas que vivem com a doen\u00e7a de Alzheimer.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">Atualmente, as \u00fanicas maneiras de comprovar que algu\u00e9m est\u00e1 a desenvolver a prote\u00edna p-tau217 no c\u00e9rebro, s\u00e3o atrav\u00e9s de uma pun\u00e7\u00e3o lombar, um exame invasivo, que requer a inser\u00e7\u00e3o de uma agulha na parte inferior das costas, entre os ossos da coluna, ou ent\u00e3o atrav\u00e9s de uma tomografia por emiss\u00e3o de positr\u00f5es (PET). Esta \u00e9 uma t\u00e9cnica de imagem m\u00e9dica recente que utiliza mol\u00e9culas que incluem um componente radioativo. Este, por sua vez, permitir\u00e1 detetar e localizar rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas associadas a determinadas doen\u00e7as, entre as quais neurol\u00f3gicas, como \u00e9 o caso da doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Sheona Sclares, diretora de pesquisa no Alzheimer\u2019s Research UK, no Reino Unido, tamb\u00e9m acredita no potencial das descobertas feitas pelo estudo levado a cabo na universidade de Gotemburgo.<strong>\u00a0\u201cEste estudo sugere que a medi\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis da prote\u00edna p-tau217 no sangue pode ser t\u00e3o precisa quanto as pun\u00e7\u00f5es lombares usadas atualmente para detetar as caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas da doen\u00e7a de Alzheime<\/strong>r, e superior a uma s\u00e9rie de outros testes atualmente em desenvolvimento. Isto soma-se a um crescente conjunto de evid\u00eancias de que este teste espec\u00edfico tem um enorme potencial para revolucionar o diagn\u00f3stico de pessoas com suspeita de Alzheimer\u201d, explicou a investigadora, tamb\u00e9m ao The Guardian.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Ao mesmo tempo, este estudo, agora publicado no conceituado site Jama Medical News,<strong>\u00a0abre o caminho ao diagn\u00f3stico precoce, tornando o rastreio da doen\u00e7a de Alzheimer t\u00e3o comum como outros<\/strong>. David Curtis, professor honor\u00e1rio do UCL Genetics Institute, University College, de Londres, afirma, em declara\u00e7\u00f5es ao The Guardian:\u00a0<strong>\u201cTodas as pessoas com mais de 50 anos poderiam fazer an\u00e1lise de rotina,<\/strong>\u00a0a cada poucos anos, da mesma forma que agora s\u00e3o examinadas para o colesterol alto. \u00c9 poss\u00edvel que os tratamentos atualmente dispon\u00edveis para a doen\u00e7a de Alzheimer funcionem melhor naqueles diagnosticados precocemente desta forma.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/3741468937\/analise-ao-sangue-pode-vir-a-diagnosticar-alzheimer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.dn.pt\/3741468937\/analise-ao-sangue-pode-vir-a-diagnosticar-alzheimer\/<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-5abdacf normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-5abdacf opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-5abdacf\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-5abdacf\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dd222c1 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"dd222c1\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d89776 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7d89776\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN01.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3570\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN01.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN01-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c466313 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"c466313\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1000ee4 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"1000ee4\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bce5475 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"bce5475\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Novo medicamento pode ajudar a reduzir sinais de deteriora\u00e7\u00e3o motora no Parkinson<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-43aeffb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"43aeffb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Anticorpo monoclonal Prasinezumab mostra-se promissor em retardar a r\u00e1pida progress\u00e3o do Parkinson Num estudo recente publicado na revista Nature Medicine, uma grande equipa internacional de investigadores conduziu uma an\u00e1lise explorat\u00f3ria para avaliar se o anticorpo monoclonal prasinezumab, que anteriormente se tinha observado ser eficaz no retardamento da progress\u00e3o dos sinais motores da doen\u00e7a de Parkinson, , de fato mostraram benef\u00edcios em subgrupos de pacientes com doen\u00e7a de Parkinson com progress\u00e3o mais r\u00e1pida da degenera\u00e7\u00e3o motora. Fundo Uma marca registada da doen\u00e7a de Parkinson \u00e9 a agrega\u00e7\u00e3o de \u03b1-sinucle\u00edna, que se acredita se propagar entre os neur\u00f4nios e contribuir para a patog\u00e9nese da doen\u00e7a de Parkinson. Uma das primeiras op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas para atingir a \u03b1-sinucle\u00edna agregada foi o anticorpo monoclonal prasinezumab, que foi investigado em ensaios cl\u00ednicos de fase II entre pacientes com doen\u00e7a de Parkinson em fase inicial que fizeram parte do estudo PASADENA.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-02853ce elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"02853ce\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-02853ce\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">O objetivo prim\u00e1rio dos ensaios de fase II do estudo PASADENA foi a Escala Unificada de Avalia\u00e7\u00e3o da Doen\u00e7a de Parkinson da Movement Disorder Society ou pontua\u00e7\u00e3o MDS-UPDRS. Embora o anticorpo monoclonal n\u00e3o tenha sido eficaz em todos os par\u00e2metros do MDS-UPDRS, em compara\u00e7\u00e3o com indiv\u00edduos tratados com placebo, aqueles que receberam prasinezumab apresentaram progress\u00e3o mais lenta da degenera\u00e7\u00e3o associada ao motor. Al\u00e9m disso, a equipe tamb\u00e9m acreditava que \u00e9 improv\u00e1vel que as subescalas do MDS-UPDRS mostrem mudan\u00e7as em per\u00edodos de observa\u00e7\u00e3o curtos, como um ano.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Sobre o estudo No presente estudo, a equipe examinou o impacto do prasinezumabe no retardamento da progress\u00e3o da degenera\u00e7\u00e3o motora em subgrupos de pacientes com Parkinson que apresentavam a forma da doen\u00e7a de r\u00e1pida progress\u00e3o. Dado que as subescalas MDS-UPDRS podem n\u00e3o mostrar altera\u00e7\u00f5es de curto prazo associadas ao tratamento, a observa\u00e7\u00e3o de subgrupos com a forma de progress\u00e3o r\u00e1pida da doen\u00e7a de Parkinson poderia ajudar a melhorar a rela\u00e7\u00e3o sinal-ru\u00eddo e revelar efeitos potenciais do tratamento com anticorpos monoclonais. O estudo PASADENA consistiu em tr\u00eas tratamentos \u2013 placebo, 1.500 mg de prasinezumabe e 4.500 mg de prasinezumabe. Os pacientes foram distribu\u00eddos aleatoriamente nos tr\u00eas grupos ap\u00f3s serem estratificados por idade (acima ou abaixo de 60 anos), sexo e uso de inibidor da monoamina oxidase B. Pacientes em uso de outros medicamentos sintom\u00e1ticos para a doen\u00e7a de Parkinson, como agonistas da dopamina ou levodopa no in\u00edcio do estudo, foram exclu\u00eddos. Nos casos em que o uso desses medicamentos foi considerado imperativo, os escores da MDS-UPDRS foram calculados antes do in\u00edcio do tratamento. O presente estudo examinou o impacto do prasinezumabe entre pacientes que estavam em uso de doses est\u00e1veis \u200b\u200bde inibidores da monoamina oxidase B no in\u00edcio do estudo e que exibiram outros indicadores de progress\u00e3o mais r\u00e1pida da doen\u00e7a. As an\u00e1lises das seis subpopula\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias pr\u00e9-especificadas inclu\u00eddas nas fases I e II do estudo PASADENA inclu\u00edram apenas os resultados de quatro subpopula\u00e7\u00f5es. As subpopula\u00e7\u00f5es foram baseadas no uso de inibidores da monoamina oxidase B, est\u00e1gio 2 ou est\u00e1gio Hoehn e Yahr versus est\u00e1gio 1 da doen\u00e7a de Parkinson, aqueles com e sem REM ou dist\u00farbio comportamental do sono de movimento r\u00e1pido dos olhos e aqueles com fen\u00f3tipo maligno difuso versus fen\u00f3tipo maligno n\u00e3o difuso. A an\u00e1lise tamb\u00e9m foi estratificada ao longo de seis subpopula\u00e7\u00f5es explorat\u00f3rias com base em idade, sexo, dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, idade no diagn\u00f3stico e subfen\u00f3tipos motores, como tremor dominante versus disfun\u00e7\u00e3o de marcha r\u00edgida acin\u00e9tica ou instabilidade postural. Al\u00e9m disso, uma vez que estudos anteriores n\u00e3o relataram resposta \u00e0 dose, os dois grupos de tratamento consistindo de 1.500 mg e 4.500 mg de prasinezumabe foram agrupados para an\u00e1lise.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Resultados Os resultados sugeriram que o prasinezumab foi mais eficaz no retardamento da progress\u00e3o dos sinais motores em pacientes com doen\u00e7a de Parkinson com a forma da doen\u00e7a que progride rapidamente. As an\u00e1lises de subpopula\u00e7\u00f5es revelaram que os pacientes com fen\u00f3tipos malignos difusos, ou aqueles que estavam em uso de inibidores da monoamina oxidase B no in\u00edcio do estudo, que s\u00e3o indicadores de r\u00e1pida progress\u00e3o da doen\u00e7a, apresentaram sinais mais lentos de degenera\u00e7\u00e3o motora associada em compara\u00e7\u00e3o com os pacientes com fen\u00f3tipos que n\u00e3o indicavam degenera\u00e7\u00e3o motora r\u00e1pida. progress\u00e3o da doen\u00e7a de Parkinson. A pontua\u00e7\u00e3o MDS-UPDRS parte III, que corresponde aos sinais motores avaliados pelo m\u00e9dico, mostrou um aumento ou agravamento mais lento da degenera\u00e7\u00e3o nos pacientes tratados com prasinezumab do que naqueles tratados com placebo. As partes I e II da pontua\u00e7\u00e3o MDS-UPDRS correspondem aos sinais motores e n\u00e3o motores relatados pelo paciente, respectivamente. Os pesquisadores acreditam que, uma vez que os dados indicaram uma progress\u00e3o mais r\u00e1pida ao longo da parte III do MDS-UPDRS em compara\u00e7\u00e3o com as partes I e II, a parte III ou os sinais motores avaliados pelo m\u00e9dico podem preceder as altera\u00e7\u00f5es das partes I e II. Estas descobertas tamb\u00e9m indicam que s\u00e3o necess\u00e1rios per\u00edodos de observa\u00e7\u00e3o mais prolongados para avaliar com precis\u00e3o o efeito potencial de tratamentos como o prasinezumab. Conclus\u00f5es Globalmente, os resultados sugeriram que o anticorpo monoclonal prasinezumab poderia potencialmente ser utilizado para retardar a progress\u00e3o da degenera\u00e7\u00e3o associada ao motor em pacientes com a forma de progress\u00e3o r\u00e1pida da doen\u00e7a de Parkinson. Al\u00e9m disso, s\u00e3o necess\u00e1rios per\u00edodos de observa\u00e7\u00e3o mais prolongados para observar o impacto do tratamento com prasinezumab em pacientes com a forma de progress\u00e3o lenta da doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, ensaios cl\u00ednicos randomizados adicionais precisam validar ainda mais esses achados.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:<a href=\"https:\/\/www.news-medical.net\/news\/20240419\/Monoclonal-antibody-Prasinezumab-shows-promise-in-slowing-rapid-Parkinsons-progression.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.news-medical.net\/news\/20240419\/Monoclonal-antibody-Prasinezumab-shows-promise-in-slowing-rapid-Parkinsons-progression.aspx<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/europepmc.org\/article\/ppr\/ppr700145\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/europepmc.org\/article\/ppr\/ppr700145<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/379835550_Prasinezumab_slows_motor_progression_in_rapidly_progressing_early-stage_Parkinson's_disease\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/379835550_Prasinezumab_slows_motor_progression_in_rapidly_progressing_early-stage_Parkinson's_disease<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-02853ce normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-02853ce opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-02853ce\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-02853ce\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e5a9511 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"e5a9511\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b940ea6 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"b940ea6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN03.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3635\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN03.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN03-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-affc04d e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"affc04d\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-854b158 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"854b158\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-936b5df elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"936b5df\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Exame de sangue pode detetar osteoartrite 8 anos antes, raio-X<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-50682fa elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"50682fa\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Um exame de sangue pode detectar osteoartrite nos joelhos at\u00e9 oito anos antes de aparecer nos raios X \u2013 gerando esperan\u00e7as de um tratamento preventivo. A doen\u00e7a \u2013 que se pensa afetar mais de cinco milh\u00f5es de pessoas no Reino Unido \u2013 ocorre quando a cartilagem da articula\u00e7\u00e3o do joelho se rompe, tornando-a dolorida e r\u00edgida. A doen\u00e7a geralmente n\u00e3o \u00e9 detectada at\u00e9 que j\u00e1 tenha causado danos estruturais \u00e0 articula\u00e7\u00e3o. A cirurgia tem sido a \u00fanica op\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel para muitos, com mais de 120.000 substitui\u00e7\u00f5es de joelho realizadas no Reino Unido a cada ano. Mas o novo teste, que pode detetar a doen\u00e7a com anos de anteced\u00eancia, poder\u00e1 proporcionar uma \u201cjanela de oportunidade\u201d para restaurar a sa\u00fade das articula\u00e7\u00f5es.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-342dc23 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"342dc23\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-342dc23\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Um exame de sangue pode detectar osteoartrite nos joelhos at\u00e9 oito anos antes de aparecer nos raios X \u2013 levando \u00e0 esperan\u00e7a de um tratamento preventivo (imagem de banco de imagens) Mas o novo teste, que pode detectar a doen\u00e7a com anos de anteced\u00eancia, pode fornecer uma \u201cjanela de oportunidade\u201d para restaurar a sa\u00fade das articula\u00e7\u00f5es (imagem de stock) A doen\u00e7a geralmente n\u00e3o \u00e9 encontrada at\u00e9 que j\u00e1 tenha causado danos estruturais \u00e0 articula\u00e7\u00e3o (imagem de banco de imagens) A professora Virginia Kraus, da Faculdade de Medicina da Universidade Duke, disse: \u201cAtualmente, voc\u00ea precisa fazer um raio-X anormal para mostrar evid\u00eancias claras de osteoartrite do joelho, e quando isso aparecer no seu raio-X, sua doen\u00e7a vem progredindo h\u00e1 algum tempo. 'O que o nosso exame de sangue demonstra \u00e9 que \u00e9 poss\u00edvel detectar esta doen\u00e7a muito antes do que os diagn\u00f3sticos atuais permitem.' Os principais sintomas da osteoartrite s\u00e3o dores nas articula\u00e7\u00f5es, rigidez e problemas de movimenta\u00e7\u00e3o da articula\u00e7\u00e3o. Algumas pessoas tamb\u00e9m apresentam incha\u00e7o, sensibilidade e sons \u00e1speros ou crepitantes quando se movem. Quase todas as articula\u00e7\u00f5es podem ser afetadas, mas na maioria das vezes causa problemas nos joelhos, quadris e pequenas articula\u00e7\u00f5es das m\u00e3os. Os pesquisadores analisaram soro sangu\u00edneo de 200 mulheres \u2013 metade com diagn\u00f3stico de osteoartrite e a outra metade sem a doen\u00e7a. As descobertas, publicadas na revista Science Advances, mostraram bio marcadores \u2013 assinaturas no sangue \u2013 que distinguiram as mulheres com osteoartrite do joelho daquelas sem ela.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O teste detetou sinais da doen\u00e7a at\u00e9 oito anos antes de muitas das mulheres serem diagnosticadas por raio-X.\u00a0 A cirurgia tem sido a \u00fanica op\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel para muitos, com mais de 120.000 substitui\u00e7\u00f5es de joelho realizadas no Reino Unido a cada ano (imagem de stock) Os pesquisadores analisaram soro sangu\u00edneo de 200 mulheres \u2013 metade com diagn\u00f3stico de osteoartrite e a outra metade sem a doen\u00e7a (imagem de banco de imagens) \u201cIsso \u00e9 importante porque fornece evid\u00eancias de que existem anormalidades na articula\u00e7\u00e3o que podem ser detectada por bio marcadores sangu\u00edneos muito antes que os raios X possam detetar a osteoartrite\u201d, acrescentou o professor Kraus. 'A osteoartrite em est\u00e1gio inicial pode fornecer uma janela de oportunidade para interromper o processo da doen\u00e7a e restaurar a sa\u00fade das articula\u00e7\u00f5es.' Atualmente n\u00e3o existem curas para a osteoartrite, mas o sucesso de futuras terapias poder\u00e1 depender da identifica\u00e7\u00e3o precoce da doen\u00e7a e do abrandamento da sua progress\u00e3o. A causa \u00e9 desconhecida, mas acredita-se que a idade avan\u00e7ada, a obesidade e o fato de ser mulher aumentem o risco.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.dailymail.co.uk\/health\/article-13355949\/Blood-test-detect-ost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.dailymail.co.uk\/health\/article-13355949\/Blood-test-detect-ost<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-342dc23 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-342dc23 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-342dc23\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-342dc23\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dc317b8 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"dc317b8\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2bc408c elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"2bc408c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN06.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3631\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN06.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN06-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1922076 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"1922076\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-28b8cbf e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"28b8cbf\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-66b841e elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"66b841e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Um simples exame de sangue pode detetar pacientes com maior risco de morrer de insufici\u00eancia card\u00edaca, sugere estudo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-35b363f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"35b363f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Um simples exame de sangue pode ajudar a identificar os pacientes que correm o risco mais imediato de morrer de insufici\u00eancia card\u00edaca, sugere um estudo. Aqueles com n\u00edveis mais elevados de uma prote\u00edna espec\u00edfica tinham 50% mais probabilidade de morrer de complica\u00e7\u00f5es card\u00edacas durante o per\u00edodo de estudo de tr\u00eas anos, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles com n\u00edveis mais baixos. Especialistas disseram que as descobertas sugerem que a medi\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de neuropept\u00eddeo Y (NPY) pode ajudar a prever como a insufici\u00eancia card\u00edaca provavelmente ir\u00e1 progredir.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7b17b21 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"7b17b21\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-7b17b21\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Isto poderia ent\u00e3o ser usado para identificar aqueles que correm maior risco e adaptar tratamentos para retardar a doen\u00e7a mortal, que ocorre quando o cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o consegue bombear o sangue pelo corpo t\u00e3o bem como deveria. Estima-se que mais de um milh\u00e3o de pessoas vivam com insufici\u00eancia card\u00edaca no Reino Unido, com cerca de 200.000 novos diagn\u00f3sticos a cada ano. Pesquisadores da Universidade de Oxford usaram dados de estudos de mais de 800 adultos em diferentes est\u00e1gios de insufici\u00eancia card\u00edaca. Os resultados foram publicados no European Journal of Heart Failure. Os indiv\u00edduos foram medidos quanto aos n\u00edveis de pept\u00eddeo natriur\u00e9tico (BNP), um horm\u00f4nio atualmente usado para diagnosticar insufici\u00eancia card\u00edaca, juntamente com o NPY. Os nervos do cora\u00e7\u00e3o liberam NPY em resposta ao stresse extremo, que pode desencadear ritmos card\u00edacos perigosos. Isso pode fazer com que os menores vasos sangu\u00edneos do m\u00fasculo card\u00edaco se fechem, fazendo com que o cora\u00e7\u00e3o trabalhe mais e fazendo com que os vasos sangu\u00edneos que v\u00e3o para o cora\u00e7\u00e3o se contraiam.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os cientistas descobriram que cerca de um ter\u00e7o do grupo apresentava n\u00edveis elevados de NPY e tinha 50% mais probabilidade de morrer de complica\u00e7\u00f5es card\u00edacas durante o per\u00edodo de acompanhamento de tr\u00eas anos. Eles sugerem que a medi\u00e7\u00e3o do NPY juntamente com o BNP poderia ser usada para ajudar a diagnosticar aqueles que est\u00e3o em perigo mais imediato. Isso permitiria aos m\u00e9dicos decidir quem poderia se beneficiar de tratamentos como um cardioversor-desfibrilador implant\u00e1vel (CDI), que detecta e interrompe batimentos card\u00edacos irregulares, chamados arritmias. Neil Herring, professor de medicina cardiovascular na Universidade de Oxford, disse: \u201cAs descobertas desta pesquisa s\u00e3o um desenvolvimento novo e excitante. Em seguida, investigaremos se a medi\u00e7\u00e3o de n\u00edveis muito elevados do neuropept\u00eddeo Y poderia influenciar se os pacientes podem receber tratamento que salva vidas, como os CDIs. Ele acrescentou que os exames de sangue poder\u00e3o ser introduzidos dentro de cinco anos. A British Heart Foundation disse: 'Esta nova pesquisa sugere que um exame de sangue novo, barato e simples, poderia nos ajudar no futuro a identificar com mais precis\u00e3o quais pacientes com insufici\u00eancia card\u00edaca correm maior risco de morte precoce.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.dailymail.co.uk\/health\/article-13207763\/Blood-test-spot-patients-risk-dying-heart-failure.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.dailymail.co.uk\/health\/article-13207763\/Blood-test-spot-patients-risk-dying-heart-failure.html<\/a>\"<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-7b17b21 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-7b17b21 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-7b17b21\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-7b17b21\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2d6f87b e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"2d6f87b\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6a2cfc3 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"6a2cfc3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN06-1.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3714\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN06-1.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/FTN06-1-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-16eba00 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"16eba00\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-316085d e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"316085d\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5f3fa6c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5f3fa6c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">A revolu\u00e7\u00e3o do cancro da pr\u00f3stata no Reino Unido: \u201cO maior ensaio numa gera\u00e7\u00e3o\u201d pode levar a um programa de rastreio que reduz o n\u00famero de mortes da doen\u00e7a em 40%, esperam os principais especialistas<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-34690a2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"34690a2\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O Reino Unido liderar\u00e1 uma revolu\u00e7\u00e3o no cancro da pr\u00f3stata, que dever\u00e1 impedir quatro em cada dez mortes causadas pela doen\u00e7a. O maior ensaio numa gera\u00e7\u00e3o testar\u00e1 a efic\u00e1cia das t\u00e9cnicas de diagn\u00f3stico, sendo quase certo que se seguir\u00e1 um programa nacional de rastreio. Numa grande vit\u00f3ria para o Daily Mail, espera-se que os resultados do ensaio de 42 milh\u00f5es de libras \u201ctransformem\u201d a pr\u00e1tica, salvando milhares de vidas por ano.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3570b66 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"3570b66\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-3570b66\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Os m\u00e9dicos dizem que tamb\u00e9m criar\u00e1 um \u201ctesouro\u201d de dados, amostras e imagens que ajudar\u00e3o na luta global contra a doen\u00e7a, que mata 12 mil brit\u00e2nicos todos os anos. O professor Hashim Ahmed, presidente de urologia do Imperial College London, descreveu-o como o \u201cmaior e mais emocionante ensaio no rastreio e diagn\u00f3stico do cancro da pr\u00f3stata\u201d.\u00a0\u00a0 O professor Hashim Ahmed, chefe de urologia do Imperial College London, descreveu-o como o \u201cmaior e mais emocionante ensaio no rastreio e diagn\u00f3stico do cancro da pr\u00f3stata\u201d. Um dos seis especialistas que lideraram o ensaio, disse ao Daily Mail: \u201cEste \u00e9 o maior estudo acad\u00e9mico sobre o cancro da pr\u00f3stata alguma vez financiado nas \u00faltimas duas ou tr\u00eas d\u00e9cadas. Isso mudar\u00e1 significativamente o que entendemos sobre o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata e como o diagnosticamos precocemente e o rastreamos\u201d.\u00a0\u00a0 Um dos seis especialistas que lideraram o ensaio, disse ao Daily Mail: \u201cEste \u00e9 o maior estudo acad\u00e9mico sobre o cancro da pr\u00f3stata alguma vez financiado nas \u00faltimas duas ou tr\u00eas d\u00e9cadas.<\/p><p style=\"text-align: justify\">PROFESSOR HASHIM AHMED: A Gr\u00e3-Bretanha decepcionar\u00e1 seus homens se n\u00e3o come\u00e7armos a rastrear adequadamente o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u201cIsso mudar\u00e1 significativamente o que entendemos sobre o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata e como o diagnosticamos precocemente e o rastreamos. \u201cAcho que \u00e9 uma das coisas mais emocionantes em qualquer \u00e1rea do c\u00e2ncer que j\u00e1 vimos h\u00e1 muito tempo. 'Ter\u00e1 verdadeiramente um efeito transformador nas futuras gera\u00e7\u00f5es de homens.' Os Centros de Sa\u00fade come\u00e7ar\u00e3o em breve a enviar cartas para recrutar cerca de 12.500 homens para a primeira fase do programa, que dever\u00e1 durar cerca de tr\u00eas anos. Eles ser\u00e3o convidados a participar de um programa de triagem que testa uma variedade de m\u00e9todos, incluindo o exame de sangue do ant\u00edgeno espec\u00edfico da pr\u00f3stata (PSA), exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica especializados de 15 minutos conhecidos como 'prostagramas', testes gen\u00e9ticos ou uma combina\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos diferentes. Os cientistas comparar\u00e3o os resultados com a popula\u00e7\u00e3o em geral com os mesmos crit\u00e9rios de elegibilidade \u2013 homens com idade entre 50 e 75 anos, ou mais de 45 anos se forem negros ou com hist\u00f3rico de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Eles esperam determinar o m\u00e9todo mais eficaz para detec\u00e7\u00e3o precoce e que possa diferenciar entre doen\u00e7as agressivas e c\u00e2nceres de baixo risco, que provavelmente n\u00e3o exigir\u00e3o tratamento. At\u00e9 300.000 homens ser\u00e3o ent\u00e3o convidados a participar utilizando o m\u00e9todo escolhido na segunda fase da pesquisa. Ser\u00e3o acompanhados durante pelo menos uma d\u00e9cada para monitorizar os dados de sobreviv\u00eancia, juntamente com a qualidade de vida e qualquer redu\u00e7\u00e3o de danos. Se houver sinais claros de sucesso precoce, os especialistas acreditam que isso poder\u00e1 ser suficiente para convencer o Comit\u00e9 Nacional de Rastreio do Reino Unido (NSC do Reino Unido) a recomendar o rastreio nacional no prazo de tr\u00eas anos. Dr. Matthew Hobbs, Diretor de Pesquisa do Prostate Cancer UK, que encomendou o estudo, disse que foi um \u201cmomento crucial na hist\u00f3ria da pesquisa do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\u201d. Ele disse: 'O que estamos fazendo aqui \u00e9 extremamente ambicioso, n\u00e3o apenas em custo, mas em tempo e n\u00fameros. \u201cMas isso \u00e9 deliberadamente refor\u00e7ar as evid\u00eancias para que possamos ter certeza de que mudamos a pr\u00e1tica.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cSabemos que o diagn\u00f3stico precoce salva vidas, mas ensaios anteriores n\u00e3o conseguiram provar que um n\u00famero suficiente de homens seriam salvos apenas com testes de PSA, embora tenham demonstrado que estes m\u00e9todos antigos de rastreio causaram danos desnecess\u00e1rios e significativos aos homens. \u201cTemos agora de provar que existem formas melhores de encontrar o cancro da pr\u00f3stata agressivo que salvar\u00e1 ainda mais vidas e causar\u00e1 menos danos\u201d. O Daily Mail tem lutado durante quase 25 anos para aumentar a visibilidade do cancro mais comum nos homens, relan\u00e7ando recentemente a sua campanha End The Needs Prostate Deaths.\u00a0 A doen\u00e7a geralmente n\u00e3o apresenta sintomas at\u00e9 que o c\u00e2ncer se torne grande e mais dif\u00edcil de tratar. Atualmente, pode ser oferecido aos homens que v\u00e3o ao m\u00e9dico com sintomas como frequ\u00eancia ou dificuldade para urinar um teste de PSA, embora muitos m\u00e9dicos os recusem. Na foto, c\u00e9lulas humanas de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata sob um microsc\u00f3pio Embora as taxas de sobreviv\u00eancia tenham triplicado nos \u00faltimos 50 anos, as proje\u00e7\u00f5es indicam que, at\u00e9 2040, o n\u00famero de homens diagnosticados todos os anos no Reino Unido poder\u00e1 aumentar para 85.000, dos 52.000 atuais.(...)<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.dailymail.co.uk\/health\/article-13367687\/UK-prostate-cancer-trial-screening-programme-death-40.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.dailymail.co.uk\/health\/article-13367687\/UK-prostate-cancer-trial-screening-programme-death-40.html<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-3570b66 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-3570b66 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-3570b66\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-3570b66\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-959cfae e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"959cfae\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5602d02 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"5602d02\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN07.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3741\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN07.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN07-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1b9eaaf e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"1b9eaaf\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c315e68 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"c315e68\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-80bcb82 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"80bcb82\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">PARKINSON: Medicamento desenvolvido em Portugal pode vir a ser testado at\u00e9 2025<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d2fb6bb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d2fb6bb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Universidade da Beira Interior (UBI), na Covilh\u00e3, est\u00e1 a estudar um novo medicamento para a doen\u00e7a de Parkinson. Este pode vir a ser experimentado tamb\u00e9m em doentes com Alzheimer ou Esclerose Lateral Amiotr\u00f3fica.<\/p><p>O medicamento tem como objetivo &#8220;desacelerar&#8221; a doen\u00e7a ap\u00f3s o diagn\u00f3stico, uma vez que o que j\u00e1 existe serve apenas para ajudar os doentes a lidar com os sintomas. A nova solu\u00e7\u00e3o prop\u00f5e paralisar o efeito degenerativo da doen\u00e7a, n\u00e3o deixando morrer as c\u00e9lulas que, apesar do diagn\u00f3stico, podem manter-se saud\u00e1veis.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d71f604 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"d71f604\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-d71f604\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">A UBI, que se queixa de ser subvencionada pelo Estado, fez uma parceria com a Universidade de Turim, em It\u00e1lia. Est\u00e1 previsto que, depois da primeira fase de testes, que dever\u00e1 ocorrer em 2025, o medicamento seja aplicado em doentes com Alzheimer e com Esclerose Lateral Amiotr\u00f3fica.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\"Nesta \u00e1rea da medicina, \u00e9 necess\u00e1rio haver uma conjuga\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os de investigadores para atingir melhores resultados e com um maior impacto a n\u00edvel do que \u00e9 a descoberta de algo com valor para o mercado\u201d, afirma o reitor da Universidade da Beira Interior.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Este novo f\u00e1rmaco \u00e9, para os especialistas, uma janela de esperan\u00e7a. \u201cCada vez mais cedo se diagnosticam pessoas com Parkinson, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 na fase da idade. Os \u00faltimos dados que vi variavam entre os 20 e os 29 mil, no pais\u201d, conclui a investigadora da UBI.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/saude\/2023-04-03-Parkinson-medicamento-desenvolvido-em-Portugal-pode-vir-a-ser-testado-ate-2025-45248ca6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/saude\/2023-04-03-Parkinson-medicamento-desenvolvido-em-Portugal-pode-vir-a-ser-testado-ate-2025-45248ca6<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-d71f604 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-d71f604 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-d71f604\").on('click', function(){\n                        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mama metast\u00e1tico HER2-positivo, mesmo quando est\u00e3o presentes met\u00e1stases cerebrais&#8221;.<\/p><p>Um novo medicamento para o tratamento do cancro na mama metast\u00e1tico foi aprovado para comparticipa\u00e7\u00e3o pelo Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento), ap\u00f3s ter sido testado que &#8220;pode reduzir significativamente o risco de morte&#8221;.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-75c3844 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"75c3844\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-75c3844\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">De acordo com uma nota enviada \u00e0 Lusa pela empresa de biotecnologia Seagen, focada no desenvolvimento de terapias inovadora contra o cancro, os doentes t\u00eam agora acesso ao regime de combina\u00e7\u00e3o do tucatinib com outros f\u00e1rmacos, tratamento que \"prolonga significativamente a sobreviv\u00eancia global no cancro da mama metast\u00e1tico HER2-positivo, mesmo quando est\u00e3o presentes met\u00e1stases cerebrais\".<\/p><p style=\"text-align: justify\">A mesma nota acrescenta que \"as evid\u00eancias comprovam que o tucatinib prolonga a sobreviv\u00eancia global mediana dos doentes em mais de dois anos (24,7 meses), sendo que anualmente em Portugal s\u00e3o diagnosticados sete mil novos casos de cancro da mama, dos quais 7 a 10% s\u00e3o metast\u00e1ticos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O cancro da mama metast\u00e1tico HER2-positivo representa 15 a 20% dos cancros da mama metast\u00e1ticos, segundo os mesmos dados.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O Infarmed concedeu a comparticipa\u00e7\u00e3o para o tucatinib em combina\u00e7\u00e3o com trastuzumab e capecitabina, para o tratamento de doentes adultos com carcinoma da mama HER2-positivo localmente avan\u00e7ado ou metast\u00e1tico, que tenham recebido, pelo menos, dois regimes anteriores de tratamento anti-HER2.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Citada na nota, a m\u00e9dica oncologista e diretora da Unidade de Mama do Centro Cl\u00ednico Champalimaud, F\u00e1tima Cardoso, refere que \"esta aprova\u00e7\u00e3o \u00e9 um novo aliado muito importante para m\u00e9dicos e doentes, dando resposta a uma necessidade cl\u00ednica importante de pacientes com cancro da mama avan\u00e7ado HER2+\".<\/p><p style=\"text-align: justify\">\"\u00c9 particularmente importante para os doentes com met\u00e1stases cerebrais, tanto ativas, como previamente tratadas ou n\u00e3o tratadas com terapias locais\", adianta referindo que melhora a qualidade de vida e assegura \"o controlo da doen\u00e7a por um per\u00edodo mais longo\".<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/sociedade\/infarmed-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-do-cancro-da-mama-metastico-17357073.html\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.dn.pt\/sociedade\/infarmed-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-do-cancro-da-mama-metastico-17357073.html\/<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-75c3844 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-75c3844 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-75c3844\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-75c3844\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n             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data-id=\"e9f3f42\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Segundo transplante de cora\u00e7\u00e3o de porco para um homem feito nos EUA<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1fd326b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1fd326b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Os xenotransplantes podem ser uma solu\u00e7\u00e3o para a falta cr\u00f3nica de doa\u00e7\u00f5es de \u00f3rg\u00e3os humanos. No primeiro destes transplantes, em 2022, o paciente acabou por morrer dois meses depois.<\/p><p>Um homem de 58 anos tornou-se, nesta semana, no segundo paciente a receber um cora\u00e7\u00e3o de porco geneticamente modificado, em mais um avan\u00e7o na \u00e1rea da transplanta\u00e7\u00e3o.<\/p><p>A xenotransplanta\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, o transplante de \u00f3rg\u00e3os de animais para os seres humanos, pode ser uma solu\u00e7\u00e3o para a falta cr\u00f3nica de \u00f3rg\u00e3os humanos. Mais de cem mil norte-americanos est\u00e3o atualmente em lista de espera para um transplante.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d9eab1 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"7d9eab1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-7d9eab1\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Este transplante, tal como o primeiro em 2022, foi feito por uma equipa de peritos da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O primeiro paciente acabou por morrer dois meses depois de receber o cora\u00e7\u00e3o do porco, no ano passado, devido a \"uma multitude de fatores incluindo o seu fr\u00e1gil estado de sa\u00fade\" antes da opera\u00e7\u00e3o, disse a universidade na sexta-feira.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A \u00faltima opera\u00e7\u00e3o teve lugar na quarta-feira, com um doente - Lawrence Faucette - que era considerado ineleg\u00edvel para receber um cora\u00e7\u00e3o humano devido a uma doen\u00e7a vascular e a complica\u00e7\u00f5es resultantes de uma hemorragia interna.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Sem este transplante experimental, o pai de dois filhos e veterano da Marinha dos EUA enfrentava uma quase certa falha card\u00edaca.\u00a0<strong>\"A minha \u00fanica verdadeira esperan\u00e7a \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o do porco, o xenotransplante, disse Faucette antes da opera\u00e7\u00e3o. \"Pelo menos agora tenho esperan\u00e7a, tenho uma hip\u00f3tese\",<\/strong>\u00a0acrescentou.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s o transplante, o doente j\u00e1 estava a respirar sozinho e o novo cora\u00e7\u00e3o estava a funcionar bem \"sem o aux\u00edlio de aparelhos de apoio\", disse a universidade.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Faucette est\u00e1 a tomar os medicamentos para evitar a rejei\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o que s\u00e3o habituais, al\u00e9m de uma nova terapia para prevenir que o seu corpo danifique ou rejeite o novo \u00f3rg\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os xenotransplantes s\u00e3o um desafio porque o sistema imunit\u00e1rio dos doentes vai atacar os \u00f3rg\u00e3os estranhos. Os cientistas est\u00e3o a tentar dar a volta ao problema, usando \u00f3rg\u00e3os de porcos geneticamente modificados.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Nos \u00faltimos anos, os m\u00e9dicos transplantaram rins de porcos geneticamente modificados para pacientes com morte cerebral.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Um instituto de transplantes de Nova Iorque (o NYU Landone Hospital) anunciou este m\u00eas que o rim de um porco transplantado para um destes doentes tinha funcionado durante 61 dias, o que representa um recorde.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A pesquisa inicial sobre xenotransplantes focava-se na recolha de \u00f3rg\u00e3os de primatas - o cora\u00e7\u00e3o de um babu\u00edno foi transplantado numa rec\u00e9m-nascida em 1984, mas ela s\u00f3 viveu durante 20 dias.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os esfor\u00e7os atuais focam-se nos porcos, que se acredita serem os doadores ideais para os humanos por causa do tamanho dos \u00f3rg\u00e3os, do seu r\u00e1pido crescimento e pelos n\u00fameros elevados de crias numa ninhada, para al\u00e9m do facto de j\u00e1 serem criados como fonte de alimento.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/sociedade\/segundo-transplante-de-coracao-de-porco-para-um-homem-feito-nos-eua-17072289.html\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.dn.pt\/sociedade\/segundo-transplante-de-coracao-de-porco-para-um-homem-feito-nos-eua-17072289.html\/<\/a>\"<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/d\/undefined\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">SOCIEDADE<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\">23 setembro 2023 \u00e0s 21h15<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-7d9eab1 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-7d9eab1 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            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class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN12.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-4369\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN12.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN12-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c8553cd e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"c8553cd\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-afc7804 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"afc7804\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c89cdf5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"c89cdf5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Principais tratamentos para o cancro<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c28ca34 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c28ca34\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Cirurgia oncol\u00f3gica<\/strong><\/p><p>Por vezes, os m\u00e9dicos podem determinar a necessidade de recorrer \u00e0 cirurgia para remover o tumor. A cirurgia \u00e9 a forma de terapia mais antiga contra o cancro. Usa-se n\u00e3o s\u00f3 para verificar de que tipo de tumor se trata ou ver se se disseminou, mas tamb\u00e9m para restabelecer a fun\u00e7\u00e3o do corpo que foi danificada pela sua presen\u00e7a, extraindo o tecido canceroso em parte ou na totalidade.<\/p><p>Ap\u00f3s a opera\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel que o doente n\u00e3o volte a necessitar de receber mais tratamentos, ou, dependendo do tipo de cancro de que sofra, \u00e9 poss\u00edvel que tenha de seguir outro tipo de terapia, como a quimioterapia ou a radioterapia. Isto acontece normalmente quando n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel excisar por completo um tumor atrav\u00e9s da cirurgia.\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f9fe39e elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"f9fe39e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-f9fe39e\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Nestes casos, empregam-se outros tratamentos que possam eliminar a parte do tumor que n\u00e3o se p\u00f4de extrair.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Tamb\u00e9m h\u00e1 casos em que se chegam a fazer tratamentos antes da cirurgia, na tentativa de reduzir o tumor que se ir\u00e1 posteriormente retirar.<\/p><p style=\"text-align: justify\"><strong>Quimioterapia<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify\">A primeira coisa que temos de saber \u00e9 que, embora muitos cancros necessitem de quimioterapia, nem sempre \u00e9 assim. Depender\u00e1 do tipo de tumor que afeta o doente, se \u00e9 maligno ou benigno, do est\u00e1dio do cancro, do \u00f3rg\u00e3o em que se encontre, se est\u00e1 localizado ou disseminado, e, finalmente, do que o m\u00e9dico considera com base em m\u00faltiplos par\u00e2metros. No caso de o doente necessitar deste tratamento, \u00e9 bom que este saiba em que consiste o mesmo, para que esteja consciente do que vai enfrentar nas semanas ou meses seguintes.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Em quimioterapia, s\u00e3o utilizados diferentes f\u00e1rmacos que afetam o metabolismo e o crescimento celular. O seu objetivo \u00e9 destruir c\u00e9lulas cancerosas e evitar que estas se dividam e se reproduzam. Regra geral, as c\u00e9lulas tumorais crescem e dividem-se mais rapidamente do que as c\u00e9lulas normais, o que as torna mais suscet\u00edveis \u00e0 a\u00e7\u00e3o desses f\u00e1rmacos. A parte negativa \u00e9 que, \u00e0s vezes, esta terapia tamb\u00e9m pode afetar c\u00e9lulas saud\u00e1veis, o que pode causar efeitos adversos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">C\u00e9lulas do corpo que se dividem rapidamente como as do cabelo tamb\u00e9m s\u00e3o atacadas pelo que um dos efeitos secund\u00e1rios de alguns tipos de quimioterapia \u00e9 a queda de cabelo.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Quanto \u00e0 dura\u00e7\u00e3o do tratamento, esta pode variar de acordo com o tipo de cancro de que o doente sofre e da resposta do corpo. Em qualquer caso, o m\u00e9dico informar\u00e1 o doente sobre o n\u00famero de sess\u00f5es de quimioterapia a que o dever\u00e1 submeter. Caso n\u00e3o o fa\u00e7a, n\u00e3o hesite em perguntar, pois isso ir\u00e1 ajud\u00e1-lo a preparar-se para lidar com o tratamento.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O seu m\u00e9dico tamb\u00e9m poder\u00e1 recomendar alguns medicamentos para que sejam minimizadas as poss\u00edveis rea\u00e7\u00f5es adversas (como v\u00f3mitos, por exemplo).<\/p><p style=\"text-align: justify\"><strong>Radioterapia<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify\">Trata-se de outro tipo muito comum de tratamento para o cancro, a que se submete mais de metade das pessoas com esta doen\u00e7a. Consiste em administrar radia\u00e7\u00e3o durante um determinado per\u00edodo, com o objetivo de destruir as c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, mas sem danificar o tecido saud\u00e1vel em volta. Pode ser administrado em duas op\u00e7\u00f5es: como tratamento principal ou como tratamento adjuvante, ou seja, administrado ap\u00f3s a terapia principal para eliminar os poss\u00edveis restos de c\u00e9lulas cancer\u00edgenas. Muitos tipos de cancro respondem melhor quando v\u00e1rios tratamentos s\u00e3o combinados, como a cirurgia, a quimioterapia ou a radioterapia.<\/p><p style=\"text-align: justify\"><strong>Terapias dirigidas<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify\">Este tipo de terapia atua sobre os genes e as prote\u00ednas espec\u00edficas que s\u00f3 se encontram em c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, ou sobre as condi\u00e7\u00f5es concretas que contribuem para o crescimento e sobreviv\u00eancia do cancro. O objetivo da terapia dirigida \u00e9 bloquear ou desativar os sinais que dizem \u00e0s c\u00e9lulas cancerosas que cres\u00e7am e se dividam, promover processos que causem a morte celular natural e administrar subst\u00e2ncias t\u00f3xicas espec\u00edficas para estas c\u00e9lulas com o fim de as destruir. Muitas vezes, emprega-se com outros tratamentos, como a quimioterapia, para deter o crescimento do cancro.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Existem tr\u00eas tipos de terapias dirigidas:<\/p><p style=\"text-align: justify\">Anticorpos monoclonais: Bloqueiam um alvo localizado no exterior das c\u00e9lulas cancer\u00edgenas. S\u00e3o normalmente administrados por via intravenosa, uma vez que s\u00e3o formados por mol\u00e9culas grandes e, de outra forma, o corpo n\u00e3o seria capaz de as absorver;<\/p><p style=\"text-align: justify\">Medicamentos de mol\u00e9culas pequenas: O seu objetivo \u00e9 bloquear os processos que ocorrem no interior das c\u00e9lulas cancer\u00edgenas e que s\u00e3o respons\u00e1veis pela sua multiplica\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o. Estas terapias s\u00e3o administradas por via oral;<\/p><p style=\"text-align: justify\">Inibidores da angiog\u00e9nese: Este tipo de terapia \u00e9 dirigida ao tecido que envolve o tumor, e o seu objetivo \u00e9 deter o processo de forma\u00e7\u00e3o de novos vasos sangu\u00edneos, o chamado angiog\u00e9nese. Desta forma, pode, por assim dizer, \u201cmatar de fome\u201d o tumor, impedindo que cres\u00e7a e que se espalhe.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Nem todas as terapias dirigidas resultam em todas as pessoas. Um exemplo disso \u00e9 o gene chamado KRAS, cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 controlar o crescimento e a dissemina\u00e7\u00e3o do tumor. Em 40% dos casos de cancro colo-retal, por exemplo, este gene encontra-se mutado, pelo que as terapias dirigidas n\u00e3o funcionam. Portanto, \u00e9 aconselh\u00e1vel fazer exames de dete\u00e7\u00e3o de muta\u00e7\u00f5es deste gene antes de come\u00e7ar a terapia, para que se administre ao doente o tratamento que o m\u00e9dico considere mais eficaz para o caso em quest\u00e3o. Se o gene KRAS n\u00e3o tiver muta\u00e7\u00e3o, as terapias que bloqueiam o recetor do fator de crescimento epid\u00e9rmico (EGFR), que costuma ser produzido em excesso neste tipo de cancro, podem ser eficazes para atrasar a progress\u00e3o deste cancro.<\/p><p style=\"text-align: justify\"><strong>Imunoterapia<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify\">A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cancro-online.pt\/imuno-oncologia\/o-que-precisa-saber-sobre-os-efeitos-adversos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">imunoterapia<\/a>, que tamb\u00e9m recebe o nome de terapia biol\u00f3gica ou de imuno-oncologia, \u00e9 um tipo de tratamento que ajuda a estimular as defesas naturais do corpo para combater o cancro. A imunoterapia ajuda o sistema imunol\u00f3gico a aumentar a sua efic\u00e1cia para deter ou atrasar o crescimento das c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, evitando, assim, que o cancro se espalhe, e contribui para aumentar a sua efic\u00e1cia na elimina\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas cancer\u00edgenas.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Existem tr\u00eas tipos principais de imunoterapia que o seu m\u00e9dico pode administrar, caso esteja indicado para o seu tipo de cancro:<\/p><p style=\"text-align: justify\">Anticorpos monoclonais: Estes anticorpos n\u00e3o s\u00e3o fabricados pelo corpo, mas s\u00e3o fabricados em laborat\u00f3rio. No entanto, combatem da mesma maneira que os anticorpos criados naturalmente pelo nosso sistema imunol\u00f3gico. Atuam atacando as prote\u00ednas espec\u00edficas encontradas na superf\u00edcie das c\u00e9lulas cancer\u00edgenas ou das c\u00e9lulas que sustentam o crescimento das c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, com o objetivo de as destruir e evitar a sua prolifera\u00e7\u00e3o;<\/p><p style=\"text-align: justify\">Imunoterapias inespec\u00edficas: As mais comuns s\u00e3o os interfer\u00f5es, que ajudam a combater o cancro e podem atrasar o seu crescimento, e as interleucinas, que ajudam o sistema imunol\u00f3gico a produzir c\u00e9lulas que destroem o cancro. O seu objetivo, tal como com os anticorpos monoclonais, \u00e9 ajudar o sistema imunol\u00f3gico do doente a destruir as c\u00e9lulas;<\/p><p style=\"text-align: justify\">Vacinas para o cancro: Existem vacinas que podem prevenir o aparecimento de cancro (quando o tipo de cancro est\u00e1 relacionado com um v\u00edrus) e vacinas para o seu tratamento, quando este j\u00e1 se produziu (cujo objetivo \u00e9 ajudar o sistema imunol\u00f3gico a reconhecer e a destruir c\u00e9lulas cancer\u00edgenas).<\/p><p style=\"text-align: justify\"><strong>Outros tratamentos:<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m de todos os indicados anteriormente, existem outros tipos de terapias que tamb\u00e9m podem ser administradas se a situa\u00e7\u00e3o o exigir. Entre estas, encontra-se o transplante de c\u00e9lulas estaminais. Trata-se de um procedimento de substitui\u00e7\u00e3o da medula \u00f3ssea por c\u00e9lulas estaminais altamente especializadas que s\u00e3o convertidas em medula \u00f3ssea saud\u00e1vel. \u00c9 recomendado geralmente para pessoas que sofrem de leucemia, de mieloma m\u00faltiplo e de alguns tipos de linfoma. H\u00e1 muitas op\u00e7\u00f5es de tratamento para o cancro. Todas as decis\u00f5es que voc\u00ea tenha de tomar, no caso de ser diagnosticado com a doen\u00e7a, depender\u00e3o do tipo de cancro, do seu m\u00e9dico e de si.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:\"<a href=\"https:\/\/www.cancro-online.pt\/cancro\/informacao-basica\/principais-tratamentos-para-o-cancro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.cancro-online.pt\/cancro\/informacao-basica\/principais-tratamentos-para-o-cancro\/<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-f9fe39e normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-f9fe39e opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-f9fe39e\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-f9fe39e\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dfddc5c e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"dfddc5c\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7852d0c elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7852d0c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN13.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-4380\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN13.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN13-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-03c52b1 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"03c52b1\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2af6b07 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"2af6b07\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b38d3f3 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b38d3f3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Nova descoberta liga receptores de c\u00e9lulas imunol\u00f3gicas \u00e0 asma e doen\u00e7a pulmonar inflamat\u00f3ria<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6b5659e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6b5659e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O uso de terap\u00eautica para atingir a prote\u00edna na superf\u00edcie dos mast\u00f3citos pode proporcionar al\u00edvio para pacientes com asma grave. A inibi\u00e7\u00e3o de uma prote\u00edna na superf\u00edcie das c\u00e9lulas do sistema imunol\u00f3gico poderia oferecer novas estrat\u00e9gias para o tratamento da asma grave, descobriram os pesquisadores da Cleveland Clinic.<\/p><p>Os pesquisadores descobriram uma nova maneira de uma prote\u00edna chamada MCEMP1 contribuir para inflama\u00e7\u00f5es graves nas vias a\u00e9reas e nos pulm\u00f5es.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a341c2f elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"a341c2f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-a341c2f\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">A descoberta, publicada na Nature Communications, fornece informa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas para o desenvolvimento de interven\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas para tratar doen\u00e7as pulmonares de longo prazo, incluindo asma, a n\u00edvel biol\u00f3gico.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O estudo foi conduzido em um laborat\u00f3rio liderado por Jae Jung, PhD, Presidente do Departamento de Biologia do C\u00e2ncer, Diretor do programa de Biologia de Infec\u00e7\u00f5es e Diretor do Centro Global Sheikha Fatima bint Mubarak para Pesquisa de Pat\u00f3genos e Sa\u00fade Humana.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A asma grave \u00e9 causada por inflama\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas em resposta a um gatilho, como al\u00e9rgenos ou polui\u00e7\u00e3o do ar.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A inflama\u00e7\u00e3o faz com que as vias a\u00e9reas inchem e se tornem mais estreitas e r\u00edgidas, o que dificulta a respira\u00e7\u00e3o. A asma afeta atualmente mais de 25 milh\u00f5es de pessoas nos EUA e 300 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A inflama\u00e7\u00e3o faz parte da resposta imune inata ou do processo que o corpo usa para convocar c\u00e9lulas imunol\u00f3gicas para combater pat\u00f3genos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os inaladores tratam a inflama\u00e7\u00e3o nas vias a\u00e9reas, mas n\u00e3o abordam as causas biol\u00f3gicas subjacentes da inflama\u00e7\u00e3o recorrente.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os mast\u00f3citos libertam histaminas e provocam outras respostas imunit\u00e1rias que causam inflama\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica, pelo que os investigadores examinaram quais as prote\u00ednas dessa c\u00e9lula que s\u00e3o essenciais para desencadear uma resposta imunit\u00e1ria grave.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cUm r\u00e1pido aumento no n\u00famero de mast\u00f3citos est\u00e1 associado a esses casos mais graves de asma\u201d, diz Youn Jung Choi, PhD, p\u00f3s-doutorado e primeiro autor do artigo. \u201cO que descobrimos \u00e9 um novo mecanismo molecular que, se desligado , pode reduzir o n\u00famero de mast\u00f3citos e, portanto, o n\u00edvel de inflama\u00e7\u00e3o.\u201d MCEMP1 \u00e9 uma prote\u00edna de n\u00edvel superficial nos mast\u00f3citos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Pesquisas anteriores implicaram o MCEMP1 em m\u00faltiplas doen\u00e7as pulmonares inflamat\u00f3rias, al\u00e9m da asma, incluindo doen\u00e7a pulmonar obstrutiva cr\u00f4nica (DPOC) e fibrose pulmonar idiop\u00e1tica (FPI).<\/p><p style=\"text-align: justify\">Quando a express\u00e3o de MCEMP1 foi eliminada na superf\u00edcie dos mast\u00f3citos, os pesquisadores observaram uma redu\u00e7\u00e3o na inflama\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas e nos danos pulmonares. O estudo mostrou que o MCEMP1 estava associado a n\u00fameros elevados de mast\u00f3citos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os pesquisadores observaram taxas mais altas de inflama\u00e7\u00e3o e defeitos na fun\u00e7\u00e3o pulmonar quando o MCEMP1 foi expresso nos mast\u00f3citos. MCEMP1 \u00e9 altamente expresso em c\u00e9lulas pulmonares, mas sua express\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 induzida durante a resposta imune em outras partes do corpo.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Isso mostra o valor da busca pela fun\u00e7\u00e3o MCEMP1 em outras partes do corpo, diz o Dr. Choi.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cCompreender como este mecanismo funciona no pulm\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 nos fornece um caminho para novas terapias para a asma, mas tamb\u00e9m pode ser uma descoberta que nos ajuda a mapear fun\u00e7\u00f5es semelhantes em outras doen\u00e7as inflamat\u00f3rias no pulm\u00e3o e em todo o corpo\u201d, diz ele.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Abril 2023<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fontes:<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.lerner.ccf.org\/news\/article\/?title=New+discovery+links+immune+cell+receptors+to+asthma%2C+inflammatory+lung+disease&amp;id=e4dfe14ed51bec44bed1049c396b8fcd81f36807\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.lerner.ccf.org\/news\/article\/?title=New+discovery+links+immune+cell+receptors+to+asthma%2C+inflammatory+lung+disease&amp;id=e4dfe14ed51bec44bed1049c396b8fcd81f36807<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.discover.ukri.org\/mrc-impact\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.discover.ukri.org\/mrc-impact\/index.html<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-a341c2f normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-a341c2f opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-a341c2f\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-a341c2f\").slideToggle('slow');\n                        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elementor-widget-heading\" data-id=\"a16449b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Estudo sobre cancro de pulm\u00e3o confirma benef\u00edcios do rastreamento em grupos socioecon\u00f4micos<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-467c759 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"467c759\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Novas pesquisas indicam que pessoas de todos os grupos socioecon\u00f4micos beneficiam do rastreamento com tomografia computadorizada de baixa dose em termos de sobreviv\u00eancia ao cancro de pulm\u00e3o.<\/p><p>O professor Stephen Duffy, do Instituto Wolfson de Sa\u00fade Populacional, e colegas da Universidade de Liverpool publicaram o primeiro estudo no Reino Unido para demonstrar os benef\u00edcios do rastreio do cancro do pulm\u00e3o em grupos socioecon\u00f3micos.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9a58ecf elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"9a58ecf\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-9a58ecf\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">O novo estudo ilustrou o valor e a import\u00e2ncia do rastreio, especialmente para aqueles que vivem em \u00e1reas de priva\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O cancro do pulm\u00e3o afecta a vida de cerca de 40.000 pessoas por ano no Reino Unido e pesquisas anteriores de investigadores de Liverpool ilustram o benef\u00edcio inequ\u00edvoco do rastreio do cancro do pulm\u00e3o em grupos identificados de alto risco.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O novo estudo, publicado na Lancet Regional Health Europe, avaliou o impacto do estatuto socioecon\u00f3mico numa variedade de aspectos, incluindo o recrutamento inicial, a sele\u00e7\u00e3o para rastreio, a detec\u00e7\u00e3o do cancro do pulm\u00e3o e o benef\u00edcio da mortalidade a longo prazo resultante do cancro do pulm\u00e3o e de outras doen\u00e7as. Mostrou que aqueles de um grupo socioecon\u00f3mico mais baixo beneficiaram do rastreio com tomografia computadorizada de baixa dose em termos de sobreviv\u00eancia ao cancro do pulm\u00e3o, na mesma medida que aqueles de grupos mais ricos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O estudo tamb\u00e9m mostrou que as condi\u00e7\u00f5es DPOC e enfisema, que afetam desproporcionalmente os grupos socioecon\u00f4micos mais baixos, foram menos frequentemente a causa de morte quando os indiv\u00edduos receberam uma triagem pulmonar por tomografia computadorizada de baixa dose.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Professor Stephen Duffy, l\u00edder do Centro de Preven\u00e7\u00e3o, Detec\u00e7\u00e3o e Diagn\u00f3stico do Instituto Wolfson de Sa\u00fade Populacional:<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cEstes resultados indicam o potencial do rastreio do cancro do pulm\u00e3o para resolver algumas desigualdades graves na sa\u00fade. \u00c0 medida que o programa espec\u00edfico \u00e9 implementado a n\u00edvel nacional, precisamos de fazer um esfor\u00e7o para prestar o servi\u00e7o \u00e0s popula\u00e7\u00f5es carenciadas que mais precisam dele.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">O professor John Field, professor de oncologia molecular da Universidade de Liverpool e autor principal do artigo, disse:<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cO impacto do rastreio do cancro do pulm\u00e3o por tomografia computadorizada de baixa dosagem foi previamente demonstrado em v\u00e1rios ensaios cl\u00ednicos internacionais, incluindo o estudo UKLS aqui no Reino Unido. No entanto, esta \u00e9 a primeira vez que o impacto a longo prazo do rastreio do cancro do pulm\u00e3o com estratifica\u00e7\u00e3o de risco foi comparado entre diferentes grupos socioecon\u00f3micos, demonstrando que os grupos desfavorecidos com maior risco de desenvolver a doen\u00e7a beneficiam tanto como aqueles em \u00e1reas menos desfavorecidas. .\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">Maio 2024<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fontes:<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.qmul.ac.uk\/media\/news\/2024\/fmd\/lung-cancer-study-confirms-benefits-of-screening-across-socioeconomic-groups-.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.qmul.ac.uk\/media\/news\/2024\/fmd\/lung-cancer-study-confirms-benefits-of-screening-across-socioeconomic-groups-.html<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-9a58ecf normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-9a58ecf opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-9a58ecf\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-9a58ecf\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1727db9 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"1727db9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c628709 elementor-widget 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elementor-element-4467cbb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4467cbb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O programa de vacina\u00e7\u00e3o contra o papiloma v\u00edrus humano (HPV) em Inglaterra tem sido associado a uma redu\u00e7\u00e3o substancial da doen\u00e7a cervical em todos os grupos socioecon\u00f3micos.\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-119db86 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"119db86\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-119db86\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">O HPV (papiloma v\u00edrus humano) \u00e9 uma das infe\u00e7\u00f5es sexualmente transmiss\u00edveis mais comuns e muitos pa\u00edses, incluindo o Reino Unido, oferecem agora vacina\u00e7\u00e3o de rotina a raparigas e rapazes com idades compreendidas entre os 12 e os 13 anos para os proteger contra estirpes que podem causar cancro mais tarde na vida.\u00a0\u00a0 O novo estudo, publicado hoje pelo British Medical Journal (BMJ) e liderado pelo professor Peter Sasieni do Wolfson Institute of Population Health, analisou dados de cancro do NHS England para mulheres vacinadas e n\u00e3o vacinadas com idades compreendidas entre os 20 e os 64 anos. Os investigadores conclu\u00edram que a vacina reduziu as taxas de incid\u00eancia do cancro do colo do \u00fatero em quase 90% e as condi\u00e7\u00f5es pr\u00e9-cancer\u00edgenas em cerca de 95% nas mulheres. O estudo tamb\u00e9m descobriu que a vacina foi muito mais eficaz quando administrada por pessoas no 8\u00ba ano (com idades entre 12 e 13 anos) do que nos anos posteriores.\u00a0 Entre 1 de Janeiro de 2006 e 30 de Junho de 2020, ocorreram 29.968 diagn\u00f3sticos de cancro do colo do \u00fatero e 335.228 de les\u00f5es cervicais pr\u00e9-cancerosas de grau 3 (NIC3) em mulheres com idades compreendidas entre os 20 e os 64 anos.\u202fNo grupo de mulheres vacinadas aos 12-13 anos de idade, as taxas de cancro do colo do \u00fatero e NIC3 no ano adicional de acompanhamento foram, respetivamente, 84% e 94% mais baixas do que no grupo mais velho n\u00e3o vacinado. No geral, os investigadores estimam que, em meados de 2020, a vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV (papiloma v\u00edrus humano) \u00a0tinha evitado 687 cancros e 23.192 CIN3.\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify\">Embora a incid\u00eancia de cancro do colo do \u00fatero tenha sido mais elevada nas zonas mais carenciadas, o estudo mostrou que a vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV(papiloma v\u00edrus humano) preveniu o maior n\u00famero de casos de cancro do colo do \u00fatero em mulheres nas zonas mais carenciadas de Inglaterra.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O professor Peter Sasieni, autor principal da Queen Mary University of London, disse: \u201cNossa pesquisa destaca o poder da vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV(papiloma v\u00edrus humano) em beneficiar pessoas de todos os grupos sociais. Historicamente, o cancro do colo do \u00fatero tem apresentado maiores desigualdades em termos de sa\u00fade do que quase qualquer outro cancro e existe a preocupa\u00e7\u00e3o de que a vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV (papiloma v\u00edrus humano) possa n\u00e3o atingir as pessoas com maior risco. Em vez disso, este estudo capta o enorme sucesso do programa de vacina\u00e7\u00e3o escolar em ajudar a colmatar estas lacunas e alcan\u00e7ar pessoas mesmo das comunidades mais carenciadas. No Reino Unido, a elimina\u00e7\u00e3o do cancro do colo do \u00fatero como um problema de sa\u00fade p\u00fablica durante a nossa vida \u00e9 poss\u00edvel com a\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas para melhorar o acesso \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o e ao rastreio para todos.\u201d\u00a0 A gerente s\u00eanior de informa\u00e7\u00f5es de sa\u00fade da Cancer Research UK, Sophia Lowes, disse: \u201cTodos os anos, cerca de 3.300 pessoas recebem um diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer cervical no Reino Unido. Esta investiga\u00e7\u00e3o mostra-nos que a vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV (papiloma v\u00edrus humano) funciona e que o aumento da cobertura pode ajudar a criar um futuro virtualmente livre desta doen\u00e7a. Mas n\u00e3o podemos perder o \u00edmpeto. Apelamos a uma a\u00e7\u00e3o direcionada para garantir que o maior n\u00famero poss\u00edvel de jovens receba a vacina contra o HPV(papiloma v\u00edrus humano), que salva vidas. Melhores relat\u00f3rios sobre a absor\u00e7\u00e3o por priva\u00e7\u00e3o e etnia, juntamente com mais investiga\u00e7\u00e3o, ajudar-nos-\u00e3o a compreender como chegar \u00e0s pessoas em maior risco.\u00a0 \"Encorajamos as pessoas a tomarem a vacina contra o HPV(papiloma v\u00edrus humano) se forem eleg\u00edveis.\"<\/p><p style=\"text-align: justify\">Mio 2024<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.qmul.ac.uk\/media\/news\/2024\/fmd\/hpv-vaccination-is-a-highly-effective-way-of-reducing-cervical-disease-finds-research-led-professor-of-cancer-epidemiology-peter-sasieni-.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.qmul.ac.uk\/media\/news\/2024\/fmd\/hpv-vaccination-is-a-highly-effective-way-of-reducing-cervical-disease-finds-research-led-professor-of-cancer-epidemiology-peter-sasieni-.html<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-119db86 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-119db86 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-119db86\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-119db86\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d64c405 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"d64c405\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ff4f847 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"ff4f847\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN16.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5127\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN16.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN16-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-417d2eb e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"417d2eb\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ac87421 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"ac87421\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c36e6e5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"c36e6e5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Anticorpo que combate o cancro ultrapassa marco importante de desenvolvimento<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a186419 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a186419\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Uma terapia biol\u00f3gica co-desenvolvida por cientistas de Southampton ultrapassou um marco internacional crucial na sua luta contra o cancro. Pesquisadores da Universidade de Southampton mostraram em 2015 que o anticorpo BI-1206 pode ajudar a superar a resist\u00eancia de certas c\u00e9lulas cancer\u00edgenas do sangue ao tratamento. O anticorpo recebeu agora a designa\u00e7\u00e3o de medicamento \u00f3rf\u00e3o da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA para linfoma folicular (FL).<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9e3bdff elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"9e3bdff\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-9e3bdff\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">A mudan\u00e7a agiliza o caminho para seu desenvolvimento contra o Linfoma N\u00e3o-Hodgkin (NHL). Sinais positivos de estudos iniciais Em estudos pr\u00e9-cl\u00ednicos de Southampton com a BioInvent International, o BI-1206 demonstrou recrutar c\u00e9lulas do sistema imunol\u00f3gico do hospedeiro em dire\u00e7\u00e3o ao tumor e atacar as c\u00e9lulas cancer\u00edgenas. Isto tamb\u00e9m aumentou o efeito anticancer\u00edgeno de outros anticorpos terap\u00eauticos, como o rituximab, impedindo a sua absor\u00e7\u00e3o pelas c\u00e9lulas tumorais. A pesquisa baseada em laborat\u00f3rio foi seguida pelos primeiros testes em humanos, antes que estudos posteriores avaliassem o potencial tratamento do LNH. O professor Mark Cragglink externo, que liderou a pesquisa de 2015 ao lado do Dr. Ali Roghanian e do professor Bjorn Frendeus, disse: \u201cSouthampton tem uma rica hist\u00f3ria de levar pesquisas laboratoriais para a cl\u00ednica e este \u00e9 um exemplo perfeito. Estamos muito orgulhosos de que a nossa investiga\u00e7\u00e3o original, realizada em conjunto com a BioInvent International, esteja a progredir atrav\u00e9s de estudos cl\u00ednicos com a possibilidade de causar impactos positivos na vida dos pacientes.\u201d Hoje, pesquisas de ponta em imunoterapia, imunomodula\u00e7\u00e3o e vacinas contra o cancro continuam no Centro de Imunologia do C\u00e2ncer da Universidade de Southamptonlink externo.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A pesquisa avan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o aos pacientes.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A progress\u00e3o do BI-1206 n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico sucesso recente sustentado pela investiga\u00e7\u00e3o do cancro em Southampton. O trabalho dos professores Sally Wardexlink externo e Raimund Oberlink externo sustentou dois medicamentos que receberam aprova\u00e7\u00e3o do FDA. Evusheld \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o dos anticorpos monoclonais Tixagevimab e Cilgavimab e foi aprovado para prevenir a COVID-19 em adultos e crian\u00e7as imunodeficientes. A tecnologia Abdeg da equipe, licenciada para a Argenx, tamb\u00e9m levou ao desenvolvimento do medicamento Vyvgart (efgartigimod). Isto foi agora aprovado para o tratamento da doen\u00e7a autoimune, miastenia gravis generalizada (gMG) em adultos. O professor Ward disse: \u201cComo cientistas, sabemos que pode levar anos para que nossa pesquisa em laborat\u00f3rio tenha um impacto na cl\u00ednica e na vida dos pacientes. \u00c9 muito gratificante e emocionante ver estas recentes aprova\u00e7\u00f5es da FDA para medicamentos que resultaram do licenciamento de tecnologias que sa\u00edram do nosso laborat\u00f3rio. \u201cTrabalhamos em estreita colabora\u00e7\u00e3o com a Argenx no desenvolvimento do Vyvgart e a empresa fez um trabalho impressionante ao avan\u00e7ar com isso na cl\u00ednica para tratar doen\u00e7as potencialmente devastadoras, como a miastenia gravis (Myasthenia Gravis), uma doen\u00e7a neuromuscular autoimune cr\u00f4nica.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fevereiro \u00a02022<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte: <a href=\"https:\/\/research.uhs.nhs.uk\/news\/cancer-fighting-antibody-passes-key-development-milestone\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/research.uhs.nhs.uk\/news\/cancer-fighting-antibody-passes-key-development-milestone<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-9e3bdff normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-9e3bdff opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-9e3bdff\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-9e3bdff\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-31e1061 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"31e1061\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3a60a92 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"3a60a92\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN17.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5134\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN17.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN17-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7017910 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"7017910\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3e1d923 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"3e1d923\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f5be0b7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"f5be0b7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Nova mol\u00e9cula repara cartilagem e alivia sintomas de osteoartrite<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f645167 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f645167\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Descobriu-se que uma mol\u00e9cula recentemente descoberta proporciona uma regenera\u00e7\u00e3o duradoura de defeitos \u00f3sseos e cartilaginosos, bem como al\u00edvio dos sintomas, e pode potencialmente desempenhar um papel no tratamento da osteoartrite, de acordo com pesquisas iniciais em animais lideradas pela Universidade Queen Mary de Londres.\u00a0\u00a0<\/p><p>A cartilagem cobre os ossos para permitir movimentos sem atrito nas articula\u00e7\u00f5es. Embora o osso cicatrize bem, a cartilagem muitas vezes n\u00e3o consegue reparar ap\u00f3s uma les\u00e3o.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5c1148b elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"5c1148b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-5c1148b\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Isto leva a uma maior perda de cartilagem e \u00e0 osteoartrite, a causa mais comum de incapacidade para a qual n\u00e3o existe cura, custando cerca de 1,5 a 2 por cento do PIB para os pa\u00edses ocidentalizados.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A regenera\u00e7\u00e3o da cartilagem \u00e9, portanto, uma prioridade na medicina.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Na pesquisa, publicada na revista Science Translational Medicine, a equipe estudou uma mol\u00e9cula chamada \u2018agrin\u2019 e descobriu que ela repara a cartilagem ao recrutar e ativar c\u00e9lulas-tronco adultas presentes na articula\u00e7\u00e3o. Esses mecanismos s\u00e3o os mesmos que o corpo utiliza quando desenvolve pela primeira vez o esqueleto do embri\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Este estudo mostra que apoiar estes mecanismos \u00e9 uma forma eficaz de apoiar a cicatriza\u00e7\u00e3o de les\u00f5es que s\u00e3o demasiado grandes para cicatrizarem em condi\u00e7\u00f5es normais.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Em experi\u00eancias em ratos, um gel contendo agrina foi injectado em defeitos da superf\u00edcie articular e, ap\u00f3s oito semanas, descobriu-se que induzia uma regenera\u00e7\u00e3o duradoura do osso e da cartilagem, mais do que num grupo de controlo que recebeu o gel, mas sem agrina.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A repara\u00e7\u00e3o da cartilagem e do osso tamb\u00e9m foi melhor ap\u00f3s seis meses nas ovelhas que receberam o gel contendo agrina, em compara\u00e7\u00e3o com um grupo de controlo. Estas ovelhas tamb\u00e9m passaram mais tempo brincando e menos tempo descansando durante todo o estudo, sugerindo que a melhoria do reparo estava associada \u00e0 melhoria da fun\u00e7\u00e3o. Suzanne Eldridge, da Universidade Queen Mary de Londres, disse: \u201cA osteoartrite custa ao Reino Unido 13 mil milh\u00f5es de libras por ano, incluindo custos indiretos, como estar desempregado ou o custo dos cuidadores. Deixa as pessoas gravemente incapacitadas e n\u00e3o h\u00e1 cura. Muitos s\u00e3o incapazes de fazer coisas b\u00e1sicas, incluindo tomar banho, vestir-se, cozinhar ou fazer compras. Todos sabemos como o confinamento nos afetou nos \u00faltimos meses \u2013 mas estas pessoas vivem num tipo de confinamento permanente.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Setembro 2020<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.qmul.ac.uk\/media\/news\/2020\/smd\/new-molecule-repairs-cartilage-and-relieves-symptoms-of-osteoarthritis.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.qmul.ac.uk\/media\/news\/2020\/smd\/new-molecule-repairs-cartilage-and-relieves-symptoms-of-osteoarthritis.html<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-5c1148b normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-5c1148b opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-5c1148b\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-5c1148b\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a924220 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"a924220\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29546bb elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"29546bb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN18.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5151\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN18.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN18-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a340c5e e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"a340c5e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a47edda e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"a47edda\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b0c3256 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b0c3256\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Potencial nova estrat\u00e9gia de tratamento para leucemia agressiva<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-663492e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"663492e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Os cientistas descobriram uma estrat\u00e9gia potencial de tratamento para um tipo agressivo de leucemia, visando enzimas usadas pelas c\u00e9lulas para detectar e se adaptar aos n\u00edveis de oxig\u00eanio. A pesquisa sobre a leucemia mieloide aguda (LMA), um c\u00e2ncer agressivo que tem relativamente poucas op\u00e7\u00f5es de tratamento, foi financiada por: \u201cConselho de Pesquisa M\u00e9dica Pesquisa sobre o c\u00e2ncer no Reino Unido Caridade Barts\u201d<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fb806a5 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"fb806a5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-fb806a5\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Nas descobertas publicadas na Nature Cancer, os investigadores revelaram que o bloqueio destas enzimas sens\u00edveis ao oxig\u00e9nio pode interromper significativamente a LMA em ratos e amostras de pacientes, sem afetar a produ\u00e7\u00e3o normal de c\u00e9lulas sangu\u00edneas. Traduzindo para ensaios cl\u00ednicos As enzimas j\u00e1 podem ser bloqueadas com seguran\u00e7a com medicamentos existentes utilizados para tratar a anemia, por isso os investigadores esperam ver as suas descobertas traduzidas em ensaios cl\u00ednicos para a leucemia. Curiosamente, a equipa tamb\u00e9m desenvolveu um novo medicamento, o primeiro da sua classe, que bloqueia as enzimas de forma mais selectiva do que os medicamentos existentes, podendo assim reduzir os efeitos secund\u00e1rios. O que \u00e9 LMA? A LMA \u00e9 um tipo agressivo de c\u00e2ncer no sangue que geralmente afeta adultos mais velhos, mas tamb\u00e9m ocorre em crian\u00e7as e adultos jovens. Na LMA, os pacientes apresentam um aumento dram\u00e1tico na produ\u00e7\u00e3o de gl\u00f3bulos brancos imaturos, chamados blastos. Isto \u00e9 impulsionado por muta\u00e7\u00f5es nas c\u00e9lulas estaminais e progenitoras que geralmente d\u00e3o origem a c\u00e9lulas sangu\u00edneas normais. Estas explos\u00f5es, por sua vez, danificam a medula \u00f3ssea e outros \u00f3rg\u00e3os, com consequ\u00eancias devastadoras para os pacientes. Poucas op\u00e7\u00f5es de tratamento Existem poucas op\u00e7\u00f5es de tratamento para LMA. As terapias permaneceram relativamente inalteradas nos \u00faltimos 30 anos, com a maioria dos pacientes recebendo quimioterapia e transplantes de medula \u00f3ssea para controlar a sua condi\u00e7\u00e3o. Infelizmente, muitos destes tratamentos n\u00e3o s\u00e3o eficazes e causam efeitos secund\u00e1rios t\u00f3xicos e por vezes mortais. Entenda as enzimas A pesquisa foi co-liderada por cientistas do Instituto de Pesquisa do C\u00e2ncer de Londres e da Universidade de Oxford, e parcialmente realizada na Universidade Queen Mary de Londres. O trabalho teve como objetivo entender se enzimas chamadas prolil hidroxilases do fator induz\u00edvel por hip\u00f3xia (PHDs), que detectam n\u00edveis de oxig\u00eanio nos tecidos do corpo, poderiam ser um alvo de medicamento para o tratamento da LMA. Na presen\u00e7a de oxig\u00eanio, as enzimas PHD s\u00e3o ativas e t\u00eam como alvo as prote\u00ednas do fator induz\u00edvel por hip\u00f3xia (HIF) para sua destrui\u00e7\u00e3o. Sob hip\u00f3xia, quando os n\u00edveis de oxig\u00eanio est\u00e3o baixos, as enzimas PHD s\u00e3o menos ativas, resultando em n\u00edveis aumentados de HIF. Prevenindo a progress\u00e3o da LMA<\/p><p style=\"text-align: justify\"><br \/>A equipe j\u00e1 havia demonstrado que a inativa\u00e7\u00e3o do HIF promove LMA agressiva, e agora eles se propuseram a descobrir se o aumento dos n\u00edveis de HIF poderia prevenir a progress\u00e3o da LMA. Neste estudo, eles conseguiram isso bloqueando ou inativando geneticamente os PHDs. Em estudos em ratos, mostraram que a modifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica para inactivar as enzimas PHD aumentou os n\u00edveis de HIF. Isto impediu o in\u00edcio ou a progress\u00e3o da leucemia, sem afetar a produ\u00e7\u00e3o normal de c\u00e9lulas sangu\u00edneas. Usando medicamentos existentes Eles mostraram o mesmo efeito antileuc\u00eamico ao inativar a PHD usando medicamentos existentes atualmente usados \u200b\u200bpara tratar a anemia, em c\u00e9lulas de camundongos e amostras de pacientes. Notavelmente, eles geraram um novo inibidor de PHD, o primeiro da classe, chamado IOX5, que inibe seletivamente os PHDs, sem inativar quaisquer outras enzimas. Eles descobriram que o IOX5 bloqueou significativamente a progress\u00e3o da LMA. Efeito anticancer\u00edgeno O efeito antic\u00e2ncer do IOX5 aumentou ainda mais quando combinado com Venetoclax, um medicamento usado para tratar v\u00e1rios tipos de leucemia. As descobertas fornecem uma \u201cprova de conceito\u201d de que o bloqueio das enzimas PHD \u00e9 uma estrat\u00e9gia eficaz contra a leucemia mieloide aguda. Nova era de tratamentos de LMA O professor Kamil Kranc, do Instituto de Pesquisa do C\u00e2ncer, em Londres, disse: A terapia para a leucemia mieloide aguda quase n\u00e3o mudou em v\u00e1rias d\u00e9cadas. H\u00e1 uma enorme necessidade de descobrir melhores tratamentos para esta doen\u00e7a agressiva. Mostr\u00e1mos pela primeira vez que visar as vias que as nossas c\u00e9lulas utilizam para responder aos n\u00edveis de oxig\u00e9nio poderia proporcionar uma nova forma de tratar a leucemia, sem afetar a produ\u00e7\u00e3o normal de c\u00e9lulas sangu\u00edneas na medula \u00f3ssea. Nosso pr\u00f3ximo desafio \u00e9 levar os medicamentos existentes e nosso novo composto mais seletivo a testes cl\u00ednicos. Esperamos que esta pesquisa abra caminho para uma nova era de tratamentos de LMA e gostar\u00edamos de explorar se essas terapias tamb\u00e9m poderiam ser ben\u00e9ficas para tumores s\u00f3lidos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">18 Abril 2024<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:<a href=\"https:\/\/www.ukri.org\/news\/potential-new-treatment-strategy-for-aggressive-leukaemia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.ukri.org\/news\/potential-new-treatment-strategy-for-aggressive-leukaemia\/<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-fb806a5 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-fb806a5 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-fb806a5\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-fb806a5\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-08633b2 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"08633b2\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8e6149 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"b8e6149\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN19.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5158\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN19.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN19-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f0f00ee e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"f0f00ee\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2816c26 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"2816c26\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dade980 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"dade980\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Estudo hist\u00f3rico revela 42 novos genes associados ao aumento do risco da doen\u00e7a de Alzheimer<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-781ecf1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"781ecf1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Um novo e importante estudo internacional envolvendo investigadores da Universidade de Cardiff identificou 75 genes associados a um risco aumentado de desenvolver a doen\u00e7a de Alzheimer, incluindo 42 novos genes que n\u00e3o tinham sido anteriormente implicados na doen\u00e7a. Al\u00e9m de confirmar descobertas anteriores que implicam as prote\u00ednas beta-amil\u00f3ide e tau que se acumulam dentro e ao redor das c\u00e9lulas nervosas \u00e0 medida que a doen\u00e7a progride, o estudo fornece evid\u00eancias convincentes para apoiar o papel da inflama\u00e7\u00e3o e do sistema imunol\u00f3gico na doen\u00e7a. A doen\u00e7a de Alzheimer \u00e9 a causa mais comum de dem\u00eancia, uma condi\u00e7\u00e3o que afecta mais de 850.000 pessoas no Reino Unido.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f1db90a elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"f1db90a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-f1db90a\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">O maior estudo deste tipo envolveu investigadores que analisaram o genoma de mais de 100.000 pessoas com doen\u00e7a de Alzheimer e compararam-nos com mais de 600.000 indiv\u00edduos saud\u00e1veis \u200b\u200bpara procurar diferen\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.<\/p><p style=\"text-align: justify\">No Reino Unido, o projeto foi co-liderado pelas pesquisadoras Dra. Rebecca Sims e pela Professora Julie Williams, do UK Dementia Research Institute (UK DRI) da Universidade de Cardiff, e financiado pelo Medical Research Council.<\/p><p style=\"text-align: justify\">As descobertas foram publicadas hoje na revista Nature Genetics. Rebecca Sims, investigadora s\u00e9nior da Universidade de Cardiff e co-investigadora do DRI do Reino Unido, e co-l\u00edder do estudo, disse:<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cEste estudo mais do que duplica o n\u00famero de genes identificados que influenciam o risco para a forma mais comum da doen\u00e7a de Alzheimer. Ele fornece novos alvos interessantes para interven\u00e7\u00e3o terap\u00eautica e aumenta nossa capacidade de desenvolver algoritmos para prever quem desenvolver\u00e1 Alzheimer mais tarde na vida\u201d.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A professora Julie Williams, diretora do centro do DRI do Reino Unido na Universidade de Cardiff, coautora do estudo e l\u00edder do cons\u00f3rcio de risco gen\u00e9tico e ambiental para a doen\u00e7a de Alzheimer, disse:<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cEste \u00e9 um estudo marcante no campo da pesquisa da doen\u00e7a de Alzheimer e \u00e9 o culmina\u00e7\u00e3o de 30 anos de trabalho. A gen\u00e9tica ajudou-nos e continuar\u00e1 a ajudar-nos a identificar mecanismos espec\u00edficos de doen\u00e7as que podemos atingir terapeuticamente. Este trabalho \u00e9 um grande avan\u00e7o na nossa miss\u00e3o de compreender a doen\u00e7a de Alzheimer e, em \u00faltima an\u00e1lise, produzir v\u00e1rios tratamentos necess\u00e1rios para retardar ou prevenir a doen\u00e7a. \u201cOs resultados apoiam o nosso crescente conhecimento de que a doen\u00e7a de Alzheimer \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o extremamente complexa, com m\u00faltiplos desencadeadores, vias biol\u00f3gicas e tipos de c\u00e9lulas envolvidos no seu desenvolvimento.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Estamos a desmascarar mais destas causas ano ap\u00f3s ano, e isso tamb\u00e9m proporciona maiores oportunidades para desenvolver terap\u00eautica.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">As descobertas mostram pela primeira vez que uma via de sinaliza\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica espec\u00edfica envolvendo o TNF-alfa, uma prote\u00edna com um papel importante na inflama\u00e7\u00e3o e no sistema imunit\u00e1rio, est\u00e1 implicada na doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m disso, h\u00e1 mais evid\u00eancias de que a disfun\u00e7\u00e3o da microglia, c\u00e9lulas do sistema imunol\u00f3gico do c\u00e9rebro respons\u00e1veis \u200b\u200bpela elimina\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas, contribui para a patologia da doen\u00e7a.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Com base nestes resultados, os investigadores tamb\u00e9m desenvolveram uma pontua\u00e7\u00e3o de risco gen\u00e9tico para determinar a probabilidade de os pacientes com comprometimento cognitivo, dentro de tr\u00eas anos ap\u00f3s apresentarem os primeiros sintomas, desenvolverem a doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A pontua\u00e7\u00e3o n\u00e3o se destina atualmente ao uso na pr\u00e1tica cl\u00ednica, mas os pesquisadores esperam que melhore a avalia\u00e7\u00e3o de novos medicamentos em ensaios cl\u00ednicos. No futuro, os cientistas esperam que as descobertas possam ser utilizadas para identificar pessoas na popula\u00e7\u00e3o que correm maior risco de desenvolver a doen\u00e7a de Alzheimer antes de come\u00e7arem a desenvolver a doen\u00e7a.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O projeto foi realizado em centros de investiga\u00e7\u00e3o em oito pa\u00edses parceiros, incluindo o Reino Unido, os EUA, a Austr\u00e1lia e em toda a Europa, e liderado pelo Professor Jean-Charles Lambert, Diretor de Investiga\u00e7\u00e3o do Inserm, o Instituto Nacional Franc\u00eas de Sa\u00fade e Investiga\u00e7\u00e3o M\u00e9dica.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Abril 2022<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fonte:<a href=\"https:\/\/www.cardiff.ac.uk\/news\/view\/2616182-landmark-study-reveals-42-new-genes-associated-with-increased-risk-of-alzheimers-disease\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.cardiff.ac.uk\/news\/view\/2616182-landmark-study-reveals-42-new-genes-associated-with-increased-risk-of-alzheimers-disease<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-f1db90a normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-f1db90a opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-f1db90a\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-f1db90a\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-eff6c8c e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"eff6c8c\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-65cf1af elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"65cf1af\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN20.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5171\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN20.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN20-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9be16bc e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"9be16bc\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-87f060c e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"87f060c\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3f70484 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3f70484\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Produtos qu\u00edmicos t\u00f3xicos de micropl\u00e1sticos podem ser absorvidos pela pele, segundo estudo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-43d77df elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"43d77df\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Os pesquisadores est\u00e3o cada vez mais interessados \u200b\u200bnos riscos \u00e0 sa\u00fade decorrentes dos aditivos qu\u00edmicos nos micropl\u00e1sticos. Um novo estudo utilizou modelos 3D equivalentes \u00e0 pele humana para examinar como os aditivos retardadores de chama em micropl\u00e1sticos s\u00e3o absorvidos pela pele. As descobertas demonstram que v\u00e1rios aditivos retardadores de chama passaram atrav\u00e9s da barreira da pele. A investiga\u00e7\u00e3o est\u00e1 a avan\u00e7ar na explora\u00e7\u00e3o dos perigos potenciais dos micropl\u00e1sticos e de como as pessoas podem ser expostas e afetadas. Um estudo publicado na Environment International examinou como certos retardadores de chama que podem ser adicionados ao pl\u00e1stico podem ser absorvidos pela pele.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-11b61cd elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"11b61cd\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-11b61cd\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Os pesquisadores descobriram que a pele poderia absorver at\u00e9 8% da dose de exposi\u00e7\u00e3o, mas as quantidades espec\u00edficas variavam.\u00a0 Por\u00e9m, a quantidade de aditivos que ficou dispon\u00edvel para circular na corrente sangu\u00ednea n\u00e3o ultrapassou 0,14% do que estava inicialmente presente nos micropl\u00e1sticos.\u00a0 Os pesquisadores notaram que a pele suada tinha maior probabilidade de absorver alguns retardadores de chama do que a pele seca.\u00a0 Os resultados do estudo sugerem a necessidade de abordar os aditivos micropl\u00e1sticos aos quais as pessoas podem estar expostas e a preocupa\u00e7\u00e3o de que a absor\u00e7\u00e3o pela pele possa ser uma via de exposi\u00e7\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Os produtos qu\u00edmicos nos micropl\u00e1sticos penetram na barreira da pele Micropl\u00e1sticos s\u00e3o min\u00fasculas part\u00edculas de pl\u00e1stico menores que 5 mil\u00edmetros.\u00a0 Os seres humanos s\u00e3o comummente expostos a micropl\u00e1sticos, por isso os especialistas est\u00e3o procurando compreender os potenciais perigos para a sa\u00fade que isso representa para as pessoas. No entanto, uma preocupa\u00e7\u00e3o significativa n\u00e3o s\u00e3o os micropl\u00e1sticos, mas os aditivos qu\u00edmicos relacionados.\u00a0 Os autores do estudo observaram o seguinte:\u00a0 \u201cVerificou-se que muitos destes aditivos, particularmente nas categorias de retardadores de chama e plastificantes, tais como \u00e9teres difen\u00edlicos polibromados (PBDEs), causam efeitos adversos \u00e0 sa\u00fade, incluindo: desregula\u00e7\u00e3o end\u00f3crina, toxicidade reprodutiva, neurotoxicidade, hepatotoxicidade e cancro.\u201d\u00a0 Os autores do estudo observam que v\u00e1rios pa\u00edses proibiram a formula\u00e7\u00e3o comercial de PBDEs, mas a sua contamina\u00e7\u00e3o ambiental pode ser um problema durante d\u00e9cadas.\u00a0 Para investigar as potenciais implica\u00e7\u00f5es destas subst\u00e2ncias na sa\u00fade humana, os investigadores utilizaram modelos tridimensionais equivalentes \u00e0 pele humana. Eles examinaram como a exposi\u00e7\u00e3o a micropl\u00e1sticos e retardadores de chama relacionados afetava a absor\u00e7\u00e3o e se esses produtos qu\u00edmicos poderiam potencialmente passar atrav\u00e9s da pele e entrar na corrente sangu\u00ednea.\u00a0 Os pesquisadores tamb\u00e9m aplicaram um filme l\u00edquido especial nos modelos de pele para ter uma ideia de como a pele suada afetava a absor\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a pele seca. Eles expuseram os modelos a micropl\u00e1sticos de polietileno e polipropileno e, portanto, a v\u00e1rios retardadores de chama.\u00a0 Os investigadores detectaram a presen\u00e7a de v\u00e1rios produtos qu\u00edmicos retardadores de chama na pele e descobriram que cinco dos retardadores de chama testados (BDE 47, 99, 100, 153 e 183) atravessaram a barreira da pele para atingir o equivalente \u00e0 corrente sangu\u00ednea humana. No entanto, eles tamb\u00e9m observam que apenas uma pequena quantidade chegou \u00e0 corrente sangu\u00ednea.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Produtos qu\u00edmicos retardadores de chama entram na corrente sangu\u00ednea Os autores do estudo descobriram que o tipo micropl\u00e1stico teve um efeito pequeno, mas n\u00e3o significativo, nas quantidades de produtos qu\u00edmicos retardadores de chama na pele.\u00a0 A exposi\u00e7\u00e3o aos micropl\u00e1sticos de polietileno levou a mais ac\u00famulo na pele. Em compara\u00e7\u00e3o, a exposi\u00e7\u00e3o a micropl\u00e1sticos de polipropileno levou a uma acumula\u00e7\u00e3o ligeiramente menor.\u00a0 No entanto, o tipo micropl\u00e1stico n\u00e3o teve impacto significativo nas quantidades de produtos qu\u00edmicos retardadores de chama que chegaram \u00e0 corrente sangu\u00ednea.\u00a0 Os pesquisadores tamb\u00e9m observaram como a hidrata\u00e7\u00e3o da pele afetou a absor\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos retardadores de chama. Em geral, a pele mais suada aumentou a biodisponibilidade d\u00e9rmica, exceto para o BDE 47, onde as concentra\u00e7\u00f5es absorvidas foram maiores quando a pele estava seca.\u00a0 \u201cEste estudo de modelo de pele com micropl\u00e1sticos produzidos em laborat\u00f3rio nos faz pensar sobre a permeabilidade da barreira da pele aos aditivos do pl\u00e1stico \u2013 neste caso, retardadores de chama que podem estar nos micropl\u00e1sticos que se desprendem de nossos dispositivos eletr\u00f4nicos e de certos t\u00eaxteis\u201d, disse o autor que n\u00e3o participa do estudo. Heather Leslie, PhD, cientista especializada no impacto dos micropl\u00e1sticos nos seres humanos e nos ecossistemas com sede em Amsterd\u00e3, disse ao Medical News Today.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Produtos qu\u00edmicos retardadores de chama entram na corrente sangu\u00ednea Os autores do estudo descobriram que o tipo micropl\u00e1stico teve um efeito pequeno, mas n\u00e3o significativo, nas quantidades de produtos qu\u00edmicos retardadores de chama na pele.\u00a0 A exposi\u00e7\u00e3o aos micropl\u00e1sticos de polietileno levou a mais ac\u00famulo na pele. Em compara\u00e7\u00e3o, a exposi\u00e7\u00e3o a micropl\u00e1sticos de polipropileno levou a uma acumula\u00e7\u00e3o ligeiramente menor.\u00a0 No entanto, o tipo micropl\u00e1stico n\u00e3o teve impacto significativo nas quantidades de produtos qu\u00edmicos retardadores de chama que chegaram \u00e0 corrente sangu\u00ednea.\u00a0 Os pesquisadores tamb\u00e9m observaram como a hidrata\u00e7\u00e3o da pele afetou a absor\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos retardadores de chama. Em geral, a pele mais suada aumentou a biodisponibilidade d\u00e9rmica, exceto para o BDE 47, onde as concentra\u00e7\u00f5es absorvidas foram maiores quando a pele estava seca.\u00a0 \u201cEste estudo de modelo de pele com micropl\u00e1sticos produzidos em laborat\u00f3rio nos faz pensar sobre a permeabilidade da barreira da pele aos aditivos do pl\u00e1stico \u2013 neste caso, retardadores de chama que podem estar nos micropl\u00e1sticos que se desprendem de nossos dispositivos eletr\u00f4nicos e de certos t\u00eaxteis\u201d, disse o autor que n\u00e3o participa do estudo. Heather Leslie, PhD, cientista especializada no impacto dos micropl\u00e1sticos nos seres humanos e nos ecossistemas com sede em Amsterd\u00e3, disse ao Medical News Today.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cO objetivo era estudar a transfer\u00eancia dos aditivos qu\u00edmicos do micropl\u00e1stico para a pele, mas para mim foi especialmente interessante que os investigadores n\u00e3o tenham observado quaisquer part\u00edculas micropl\u00e1sticas penetrando atrav\u00e9s da pele artificial. Tais estudos s\u00e3o raros at\u00e9 agora. D\u00e1 esperan\u00e7a de que a pele real seja uma barreira eficaz, pelo menos para as part\u00edculas pl\u00e1sticas finas e ultrafinas que se desprendem das roupas sint\u00e9ticas, len\u00e7\u00f3is e estofados.\u201d\u00a0 - Heather Leslie, PhD, cientista<\/p><p style=\"text-align: justify\">S\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas sobre micropl\u00e1sticos e sa\u00fade humana Apesar das descobertas convincentes, esta pesquisa tem certas limita\u00e7\u00f5es.\u00a0 Os modelos de pele podem fornecer um equivalente \u00fatil \u00e0 pele humana, mas n\u00e3o podem levar em conta fatores adicionais que possam estar envolvidos nas exposi\u00e7\u00f5es do mundo real.\u00a0 \u201cEles testaram polietileno e polipropileno \u2013 estes n\u00e3o s\u00e3o normalmente os pol\u00edmeros que voc\u00ea encontraria, digamos, em um sof\u00e1 ou roupa\u201d, disse o autor do estudo, Hanno Erythropel, PhD. professor da Escola de Meio Ambiente de Yale.\u00a0 \u201cIsso n\u00e3o diminui o trabalho\u2026 [mas] voc\u00ea raramente usa polietileno na pele. O polietileno \u00e9 mais parecido com a sua sacola de compras\u201d, disse Erythropel ao MNT.\u00a0 Os pesquisadores tamb\u00e9m observam que s\u00f3 conseguiram examinar um pequeno n\u00famero de tipos de retardadores de chama. Estudos futuros poderiam analisar outros tipos de retardadores de chama e produtos qu\u00edmicos adicionais.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Preocupa\u00e7\u00f5es crescentes com micropl\u00e1sticos \u00c0 medida que surgem mais informa\u00e7\u00f5es sobre os perigos dos micropl\u00e1sticos, pode haver uma s\u00e9rie de estrat\u00e9gias para resolver o problema.\u00a0 Cientistas e pesquisadores poderiam desenvolver retardadores de chama que n\u00e3o sejam perigosos e explorar como lidar com o ac\u00famulo de micropl\u00e1sticos.\u00a0 \u201cOs retardadores de chama s\u00e3o esses compostos maravilhosos que precisamos para garantir que as coisas n\u00e3o peguem fogo\u201d, explicou Erythropel.\u00a0 \u201cEles t\u00eam uma utilidade. Eles t\u00eam uma fun\u00e7\u00e3o \u2013 mas o que aprendemos ao longo dos anos \u00e9 que muitos desses retardadores de chama bromados\u2026 t\u00eam caracter\u00edsticas realmente perigosas. Existem todos os tipos de esfor\u00e7os para encontrar outros retardadores de chama que fa\u00e7am o trabalho de impedir que as coisas entrem em igni\u00e7\u00e3o, mas que n\u00e3o apresentem certos riscos \u00e0 sa\u00fade. Quando fabricamos aditivos, queremos ter certeza de que eles fazem o trabalho \u2013 mas seria muito bom se pud\u00e9ssemos fazer com que esses aditivos n\u00e3o fossem problem\u00e1ticos.\u201d\u00a0 - Hanno Erythropel, PhD. conferencista\u00a0 Leslie tamb\u00e9m observou que os esfor\u00e7os tamb\u00e9m poderiam concentrar-se na utiliza\u00e7\u00e3o de materiais menos inflam\u00e1veis.\u00a0 \u201cA elimina\u00e7\u00e3o dos produtos qu\u00edmicos perigosos dos produtos pode ser alcan\u00e7ada de v\u00e1rias maneiras, por exemplo, atrav\u00e9s da substitui\u00e7\u00e3o funcional, que pergunta: como podemos alcan\u00e7ar desempenho e funcionamento equivalentes do produto sem os produtos qu\u00edmicos perigosos?\u201d ela questionou.\u00a0 \u201cNo caso dos retardadores de chama, uma quest\u00e3o pode ser: podemos usar materiais que simplesmente n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o inflam\u00e1veis? Alguns materiais de constru\u00e7\u00e3o polim\u00e9ricos s\u00e3o altamente inflam\u00e1veis, embora existam alternativas. Nunca subestime o poder da engenhosidade humana\u201d, disse Leslie.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Abril 2024<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fontes:<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com\/lifestyle\/2545777\/quimicos-toxicos-dos-microplasticos-podem-ser-absorvidos-pela-pele\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.noticiasaominuto.com\/lifestyle\/2545777\/quimicos-toxicos-dos-microplasticos-podem-ser-absorvidos-pela-pele<\/a><\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.medicalnewstoday.com\/search?q=plastic\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.medicalnewstoday.com\/search?q=plastic<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-11b61cd normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-11b61cd opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-11b61cd\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-11b61cd\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9200938 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"9200938\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1138392 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"1138392\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN21-1.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5241\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN21-1.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN21-1-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5914588 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"5914588\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-527098b e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"527098b\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a048bf5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a048bf5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa melhora previs\u00e3o de risco de diabetes tipo 2<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c940aa7 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c940aa7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Mulheres mais jovens com doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa n\u00e3o alco\u00f3lica correm um risco quase cinco vezes maior de desenvolver diabetes tipo 2, de acordo com uma nova pesquisa. Isto excedeu em muito o observado em mulheres e homens mais velhos, que tinham cerca de duas vezes mais probabilidade de desenvolver diabetes se tivessem problemas de f\u00edgado. O estudo internacional tamb\u00e9m mostra pela primeira vez como a doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa pode ser usada para melhorar a previs\u00e3o do risco de diabetes tipo 2.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ee369f0 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"ee369f0\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-ee369f0\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">O professor de Southampton, Chris Byrne, colaborou no estudo de coorte com mais de 245.000 pessoas na Coreia do Sul. Os pesquisadores publicaram suas descobertas em Hepatologialink externo. Doen\u00e7a hep\u00e1tica progressiva A doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa n\u00e3o alco\u00f3lica (DHGNA) \u00e9 o termo para uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es causadas pelo ac\u00famulo de gordura no f\u00edgado. Geralmente \u00e9 observada em pessoas com sobrepeso ou obesidade e estima-se que afete cerca de um quarto da popula\u00e7\u00e3o mundial. Tem quatro est\u00e1gios, onde o f\u00edgado fica progressivamente mais danificado. Sabe-se que o NALFD pode desempenhar um papel no desenvolvimento do diabetes tipo 2. No entanto, os efeitos do sexo e do estado da menopausa nesta associa\u00e7\u00e3o permanecem obscuros. Estudo de coorte coreano Esta \u00faltima pesquisa analisou dados de 245.054 adultos na Coreia do Sul que iniciaram o programa sem diabetes. O Kangbuk Samsung Health Study incluiu 109.810 mulheres na pr\u00e9-menopausa, 4.958 mulheres na p\u00f3s-menopausa e 130.286 homens. Os participantes foram acompanhados por cerca de cinco anos, com 8.381 desenvolvendo diabetes tipo 2. O professor Byrne trabalhou com pesquisadores do Hospital Kangbuk Samsung e da Universidade de Edimburgo nas novas descobertas. Aumento do fator de risco No geral, descobriu-se que um diagn\u00f3stico de DHGNA mais que duplica as chances de algu\u00e9m desenvolver novo diabetes tipo 2. A adi\u00e7\u00e3o da DHGNA aos factores de risco convencionais melhorou a previs\u00e3o do risco de diabetes tipo 2 em ambos os sexos, com uma melhoria maior nas mulheres do que nos homens. A an\u00e1lise descobriu que o risco de desenvolver diabetes tipo 2 era 4,6 vezes maior em mulheres na pr\u00e9-menopausa com DHGNA. Isto em compara\u00e7\u00e3o com um risco 2,6 vezes maior para mulheres na p\u00f3s-menopausa e um risco 2,16 vezes maior para homens. Prof Byrne, Professor de Endocrinologia e Metabolismo e Consultor Honor\u00e1rio Diabetologista e M\u00e9dico Metab\u00f3lico, disse: \u201cEstas descobertas surpreendentes sugerem que as mulheres na pr\u00e9-menopausa diagnosticadas com DHGNA devem ser consideradas de alto risco de diabetes tipo 2, e este grupo deve ser alvo da preven\u00e7\u00e3o da diabetes.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cNosso estudo tamb\u00e9m ressalta a necessidade de os m\u00e9dicos estarem cientes de um poss\u00edvel diagn\u00f3stico de DHGNA e tamb\u00e9m de considerarem abordagens espec\u00edficas para idade e sexo para avalia\u00e7\u00e3o e gerenciamento do risco de diabetes\u201d. A pesquisa foi financiada pelo NIHR Southampton Biomedical Research Center e pela Sungkyunkwan University.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Fontes:<\/p><p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/research.uhs.nhs.uk\/news\/fatty-liver-disease-improves-risk-prediction-of-type-2-diabetes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/research.uhs.nhs.uk\/news\/fatty-liver-disease-improves-risk-prediction-of-type-2-diabetes<\/a><\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-ee369f0 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-ee369f0 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-ee369f0\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-ee369f0\").slideToggle('slow');\n                        $(this).removeAttr(\"href\");\n                        $(this).parent().toggleClass(\"open\");\n                    });\n                });\n            <\/script>\n        \t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b58cc12 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"b58cc12\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7cf8444 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7cf8444\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"270\" src=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN22-1.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-5245\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN22-1.png 360w, https:\/\/omeucaminho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/FTN22-1-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d11a3a7 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"d11a3a7\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9980947 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-id=\"9980947\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6f754c4 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6f754c4\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">As v\u00e1lvulas card\u00edacas de substitui\u00e7\u00e3o que crescem dentro do corpo est\u00e3o um passo mais perto da realidade, ap\u00f3s estudos liderados por pesquisadores do Imperial. <\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2562fda elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2562fda\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>A cirurgia para substituir v\u00e1lvulas card\u00edacas defeituosas \u00e9 poss\u00edvel h\u00e1 mais de 60 anos, mas o tratamento apresenta desvantagens m\u00e9dicas, tanto nas v\u00e1lvulas mec\u00e2nicas quanto nas biol\u00f3gicas. Mas e se os mecanismos naturais de repara\u00e7\u00e3o do corpo pudessem ser aproveitados para construir uma v\u00e1lvula card\u00edaca viva, exatamente onde ela \u00e9 necess\u00e1ria?<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c04b291 elementor-widget elementor-widget-htmega-toggle-addons\" data-id=\"c04b291\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"htmega-toggle-addons.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t            <div class=\"htmega-toggle-area\" >\n                \n                <div class=\"htmega-toggle-content-c04b291\" style=\"display: none;\">\n                    <div class=\"htmega_custom_content\"><p style=\"text-align: justify\">Estudos recentes liderados por pesquisadores do Harefield Hospital e do Imperial\u2019s National Heart and Lung Institute sugerem que esta abordagem \u00e9 inteiramente poss\u00edvel.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A substitui\u00e7\u00e3o da v\u00e1lvula card\u00edaca \u00e9 um tratamento que salva vidas, mas raramente \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o a longo prazo. Ambas as v\u00e1lvulas mec\u00e2nicas e biol\u00f3gicas t\u00eam suas pr\u00f3prias desvantagens. Pacientes com v\u00e1lvulas mec\u00e2nicas devem tomar medicamentos pelo resto da vida para prevenir a coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. As v\u00e1lvulas biol\u00f3gicas, por outro lado, duram apenas entre 10 a 15 anos. O tratamento \u00e9 particularmente desafiador para crian\u00e7as com defeitos card\u00edacos cong\u00eanitos, pois as v\u00e1lvulas n\u00e3o crescem junto com seus corpos e devem ser substitu\u00eddas diversas vezes antes de atingirem a idade adulta.<\/p><p style=\"text-align: justify\">A nova abordagem desenvolvida pela equipe de Sir Magdi Yacoub em Harefield e Imperial \u00e9 muito mais adapt\u00e1vel.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cO objetivo do conceito que desenvolvemos \u00e9 produzir uma v\u00e1lvula viva no corpo que seja capaz de crescer com o paciente\u201d diz o Dr. Yuan-Tsan Tseng um cientista de biomateriais que trabalha no Instituto Nacional do Cora\u00e7\u00e3o e Pulm\u00e3o e o Centro de Ci\u00eancias do Cora\u00e7\u00e3o Harefield. O procedimento come\u00e7a com uma v\u00e1lvula polim\u00e9rica nanofibrosa, mas feita de uma estrutura de pol\u00edmero biodegrad\u00e1vel, em vez de um pl\u00e1stico dur\u00e1vel. \u201cUma vez dentro do corpo, a estrutura recruta c\u00e9lulas e instrui o seu desenvolvimento, para que o corpo funcione como um biorreator para o crescimento de novos tecidos\u201d, explica o Dr. \u201cA estrutura degrada-se gradualmente e \u00e9 substitu\u00edda pelos pr\u00f3prios tecidos do nosso corpo.\u201d O material de andaime usado para fazer a v\u00e1lvula \u00e9 a principal inova\u00e7\u00e3o. \u201cEle tem a capacidade de atrair, abrigar e instruir c\u00e9lulas apropriadas do pr\u00f3prio corpo do paciente, facilitar assim a gera\u00e7\u00e3o de tecido e manter a fun\u00e7\u00e3o da v\u00e1lvula.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">O projeto e a fabrica\u00e7\u00e3o da v\u00e1lvula est\u00e3o descritos em um artigo acad\u00eamico recente, juntamente com a valida\u00e7\u00e3o de seu desempenho em laborat\u00f3rio e os primeiros resultados de testes em animais.<\/p><p style=\"text-align: justify\">As v\u00e1lvulas foram transplantadas em ovelhas e monitoradas por at\u00e9 seis meses. \u201cAs v\u00e1lvulas tiveram um desempenho muito bom\u201d, diz o Dr. Tseng. \u201cEles continuaram a funcionar durante os seis meses do teste e tamb\u00e9m mostraram boa regenera\u00e7\u00e3o celular.\u201d Em particular, o estudo mostra que a estrutura foi capaz de atrair c\u00e9lulas da corrente sangu\u00ednea que depois se desenvolveram em tecidos funcionais, um processo conhecido como transforma\u00e7\u00e3o endotelial-mesenquimal (EndMT). \u201cTamb\u00e9m vimos nervos e tecidos adiposos crescendo na estrutura, como seria de esperar em uma v\u00e1lvula normal.\u201d Enquanto isso, o pol\u00edmero pode ser visto se degradando para dar lugar ao novo tecido. Esse processo de degrada\u00e7\u00e3o foi seguido com a ajuda da cromatografia de permeabilidade em gel (GPC) no Agilent Measurement Suite (AMS), uma instala\u00e7\u00e3o no Centro de Pesquisa de Ci\u00eancias Moleculares da Imperial em White City equipada com instrumenta\u00e7\u00e3o anal\u00edtica avan\u00e7ada fornecida pela Agilent. \u201cO GPC foi capaz de nos informar o peso molecular do pol\u00edmero em amostras retiradas das v\u00e1lvulas em v\u00e1rios momentos durante o estudo in vivo\u201d, diz o Dr., Isso mostrou que a estrutura estava a ser \u00a0quebrada gradativamente, mas sem afetar o desempenho da v\u00e1lvula.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cSe n\u00e3o houvesse regenera\u00e7\u00e3o, a v\u00e1lvula desmoronaria \u00e0 medida que o pol\u00edmero se degradasse. Mas o que vemos \u00e9 uma funcionalidade cont\u00ednua, e isso significa que a regenera\u00e7\u00e3o celular est\u00e1 ocorrendo ao longo do tempo. Isso prova que a nossa ideia de regenera\u00e7\u00e3o in vivo est\u00e1 a funcionar.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">Mais trabalho \u00e9 necess\u00e1rio para determinar exatamente quais processos est\u00e3o a causar a degenera\u00e7\u00e3o do pol\u00edmero e qu\u00e3o intimamente ele est\u00e1 ligado \u00e0 regenera\u00e7\u00e3o do tecido. \u201cMas a regenera\u00e7\u00e3o do tecido \u00e9 definitivamente suficiente para cobrir a integridade estrutural e a funcionalidade da v\u00e1lvula\u201d, diz o Dr. Tseng.<\/p><p style=\"text-align: justify\"><strong>Ensaios cl\u00ednicos:<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify\">O pr\u00f3ximo passo \u00e9 continuar os estudos em animais, para acompanhar por mais tempo o processo de regenera\u00e7\u00e3o tecidual. Estes dados ser\u00e3o essenciais para obter a aprova\u00e7\u00e3o regulamentar para os primeiros ensaios cl\u00ednicos, esperan\u00e7osamente nos pr\u00f3ximos cinco anos ou mais. Tamb\u00e9m ser\u00e3o necess\u00e1rios mais trabalhos sobre os processos utilizados para fabricar as v\u00e1lvulas. \u201cH\u00e1 v\u00e1rias melhorias a serem feitas no lado da fabrica\u00e7\u00e3o e potencialmente usaremos o Agilent Measurement Suite novamente para nos ajudar a otimizar o pol\u00edmero, para que ele tenha o desempenho desejado\u201d, afirma o Dr. Tseng.<\/p><p style=\"text-align: justify\">O trabalho do Dr. Tseng e seus colegas apresenta um excelente exemplo do tipo de contribui\u00e7\u00e3o que o Agilent Measurement Suite pode oferecer.<\/p><p style=\"text-align: justify\">Isto demonstra o papel cont\u00ednuo que as instala\u00e7\u00f5es Imperial podem desempenhar no avan\u00e7o da inova\u00e7\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cNo Agilent Measurement Suite, temos uma ampla gama de instrumenta\u00e7\u00e3o anal\u00edtica e experi\u00eancia de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o que podem atender \u00e0s comunidades de pesquisa m\u00e9dica e biol\u00f3gica\u201d, afirma a professora Marina Kuimova, diretora da AMS.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cO trabalho do Dr. Tseng e dos seus colegas apresenta um excelente exemplo do tipo de contribui\u00e7\u00e3o que a Suite pode dar.\u201d<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u00c0 medida que o trabalho nas v\u00e1lvulas de substitui\u00e7\u00e3o avan\u00e7a, a equipa tamb\u00e9m come\u00e7ar\u00e1 a procurar parceiros comerciais para os ajudar nas fases posteriores dos ensaios cl\u00ednicos.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cIsso requer um tipo diferente de conhecimento, que n\u00e3o temos na academia.\u201d Embora o foco atualmente seja a substitui\u00e7\u00e3o de v\u00e1lvulas card\u00edacas, a abordagem poderia ter muitas outras aplica\u00e7\u00f5es.<\/p><p style=\"text-align: justify\">\u201cDepois de ter a estrutura, ela torna-se uma tecnologia de plataforma que pode ser usada para projetar outros tecidos\u201d, diz o Dr. Tseng.<\/p><p style=\"text-align: justify\">As possibilidades incluem abordar condi\u00e7\u00f5es vasculares, como reparar vasos sangu\u00edneos danificados na di\u00e1lise e construir remendos card\u00edacos para reparar danos ao cora\u00e7\u00e3o.<\/p><p><em>Fontes:\"<\/em><em>Yacoub, MH, Tseng, YT, Kluin, J et al.\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s42003-023-05383-z\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Valvulogenesis of a living, innervated pulmonary root induced by an acellular scaffold<\/a><em>. Communications Biology 6, 1017 (2023).\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/s42003-023-05383-z\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.1038\/s42003-023-05383-z<\/a><\/p><p><a href=\"https:\/\/www.imperial.ac.uk\/news\/250993\/new-heart-treatment-helps-body-grow\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.imperial.ac.uk\/news\/250993\/new-heart-treatment-helps-body-grow\/<\/a>\"<\/p><\/div>                <\/div>\n\n                <div class=\"htmega-toggle-button\">\n                    <a href=\"#\" class=\"togglebutton-c04b291 normal_btn\">Ler Mais<\/a><a href=\"#\" class=\"togglebutton-c04b291 opened_btn\">Ler Menos<\/a>                <\/div>\n\n            <\/div>\n\n            <script>\n                jQuery(document).ready(function($) {\n                    'use strict';\n                    $(\".togglebutton-c04b291\").on('click', function(){\n                        $(\".htmega-toggle-content-c04b291\").slideToggle('slow');\n          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conclui que\u00a0uma simples an\u00e1lise ao sangue pode ser o caminho para diagnosticar, de forma precoce, a doen\u00e7a de Alzheimer. O estudo incluiu 786 participantes, uns com sinais de dem\u00eancia, outros sem qualquer sintoma. Estas pessoas foram submetidas a exames cerebrais, pun\u00e7\u00f5es lombares e recolha de sangue. A an\u00e1lise ao sangue serve para medir os n\u00edveis de uma prote\u00edna denominada p-tau217, um marcador de altera\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas que acontecem ao n\u00edvel do c\u00e9rebro quando a doen\u00e7a de Alzheimer est\u00e1 em desenvolvimento.\u00a0 Assim sendo, \u00e9 poss\u00edvel prever, atrav\u00e9s desta an\u00e1lise, se uma pessoa poder\u00e1 vir a ter a doen\u00e7a, mesmo antes de se desenvolverem sintomas.\u00a0\u201cO que impressiona nestes resultados \u00e9 o facto de a an\u00e1lise ao sangue ter tanta precis\u00e3o como os testes avan\u00e7ados,\u00a0como as an\u00e1lises ao l\u00edquido cefalorraquidiano e os exames cerebrais, para mostrar a patologia da doen\u00e7a de Alzheimer no c\u00e9rebro\u201d, disse \u00e0 CNN Internacional Nicholas Ashton, principal autor deste estudo. Richard Oakley, diretor de pesquisa e inova\u00e7\u00e3o da brit\u00e2nica Alzheimer\u2019s Society enfatiza a import\u00e2ncia deste trabalho, desenvolvido na Su\u00e9cia. \u201cEste estudo \u00e9 um passo extremamente bem-vindo na dire\u00e7\u00e3o certa, pois mostra que\u00a0os exames de sangue podem ser t\u00e3o precisos quanto testes mais invasivos e caros\u00a0para prever se algu\u00e9m tem caracter\u00edsticas da doen\u00e7a de Alzheimer no c\u00e9rebro\u201d, frisa. Este investigador vai mais longe e acrescenta, ao jornal The Guardian: \u201cAl\u00e9m disso, sugere que os resultados destes testes podem ser suficientemente claros para n\u00e3o exigirem mais investiga\u00e7\u00f5es de acompanhamento para algumas pessoas que vivem com a doen\u00e7a de Alzheimer, o que poderia acelerar significativamente o caminho do diagn\u00f3stico no futuro. No entanto, ainda precisamos de mais pesquisas em diferentes comunidades para compreender a efic\u00e1cia destes exames de sangue em todas as pessoas que vivem com a doen\u00e7a de Alzheimer.\u201d Atualmente, as \u00fanicas maneiras de comprovar que algu\u00e9m est\u00e1 a desenvolver a prote\u00edna p-tau217 no c\u00e9rebro, s\u00e3o atrav\u00e9s de uma pun\u00e7\u00e3o lombar, um exame invasivo, que requer a inser\u00e7\u00e3o de uma agulha na parte inferior das costas, entre os ossos da coluna, ou ent\u00e3o atrav\u00e9s de uma tomografia por emiss\u00e3o de positr\u00f5es (PET). Esta \u00e9 uma t\u00e9cnica de imagem m\u00e9dica recente que utiliza mol\u00e9culas que incluem um componente radioativo. Este, por sua vez, permitir\u00e1 detetar e localizar rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas associadas a determinadas doen\u00e7as, entre as quais neurol\u00f3gicas, como \u00e9 o caso da doen\u00e7a de Alzheimer. Sheona Sclares, diretora de pesquisa no Alzheimer\u2019s Research UK, no Reino Unido, tamb\u00e9m acredita no potencial das descobertas feitas pelo estudo levado a cabo na universidade de Gotemburgo.\u00a0\u201cEste estudo sugere que a medi\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis da prote\u00edna p-tau217 no sangue pode ser t\u00e3o precisa quanto as pun\u00e7\u00f5es lombares usadas atualmente para detetar as caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas da doen\u00e7a de Alzheimer, e superior a uma s\u00e9rie de outros testes atualmente em desenvolvimento. Isto soma-se a um crescente conjunto de evid\u00eancias de que este teste espec\u00edfico tem um enorme potencial para revolucionar o diagn\u00f3stico de pessoas com suspeita de Alzheimer\u201d, explicou a investigadora, tamb\u00e9m ao The Guardian. Ao mesmo tempo, este estudo, agora publicado no conceituado site Jama Medical News,\u00a0abre o caminho ao diagn\u00f3stico precoce, tornando o rastreio da doen\u00e7a de Alzheimer t\u00e3o comum como outros. David Curtis, professor honor\u00e1rio do UCL Genetics Institute, University College, de Londres, afirma, em declara\u00e7\u00f5es ao The Guardian:\u00a0\u201cTodas as pessoas com mais de 50 anos poderiam fazer an\u00e1lise de rotina,\u00a0a cada poucos anos, da mesma forma que agora s\u00e3o examinadas para o colesterol alto. \u00c9 poss\u00edvel que os tratamentos atualmente dispon\u00edveis para a doen\u00e7a de Alzheimer funcionem melhor naqueles diagnosticados precocemente desta forma.\u201d Fonte:&#8221;https:\/\/www.dn.pt\/3741468937\/analise-ao-sangue-pode-vir-a-diagnosticar-alzheimer\/&#8220; Ler MaisLer Menos Novo medicamento pode ajudar a reduzir sinais de deteriora\u00e7\u00e3o motora no Parkinson Anticorpo monoclonal Prasinezumab mostra-se promissor em retardar a r\u00e1pida progress\u00e3o do Parkinson Num estudo recente publicado na revista Nature Medicine, uma grande equipa internacional de investigadores conduziu uma an\u00e1lise explorat\u00f3ria para avaliar se o anticorpo monoclonal prasinezumab, que anteriormente se tinha observado ser eficaz no retardamento da progress\u00e3o dos sinais motores da doen\u00e7a de Parkinson, , de fato mostraram benef\u00edcios em subgrupos de pacientes com doen\u00e7a de Parkinson com progress\u00e3o mais r\u00e1pida da degenera\u00e7\u00e3o motora. Fundo Uma marca registada da doen\u00e7a de Parkinson \u00e9 a agrega\u00e7\u00e3o de \u03b1-sinucle\u00edna, que se acredita se propagar entre os neur\u00f4nios e contribuir para a patog\u00e9nese da doen\u00e7a de Parkinson. Uma das primeiras op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas para atingir a \u03b1-sinucle\u00edna agregada foi o anticorpo monoclonal prasinezumab, que foi investigado em ensaios cl\u00ednicos de fase II entre pacientes com doen\u00e7a de Parkinson em fase inicial que fizeram parte do estudo PASADENA. O objetivo prim\u00e1rio dos ensaios de fase II do estudo PASADENA foi a Escala Unificada de Avalia\u00e7\u00e3o da Doen\u00e7a de Parkinson da Movement Disorder Society ou pontua\u00e7\u00e3o MDS-UPDRS. Embora o anticorpo monoclonal n\u00e3o tenha sido eficaz em todos os par\u00e2metros do MDS-UPDRS, em compara\u00e7\u00e3o com indiv\u00edduos tratados com placebo, aqueles que receberam prasinezumab apresentaram progress\u00e3o mais lenta da degenera\u00e7\u00e3o associada ao motor. Al\u00e9m disso, a equipe tamb\u00e9m acreditava que \u00e9 improv\u00e1vel que as subescalas do MDS-UPDRS mostrem mudan\u00e7as em per\u00edodos de observa\u00e7\u00e3o curtos, como um ano. Sobre o estudo No presente estudo, a equipe examinou o impacto do prasinezumabe no retardamento da progress\u00e3o da degenera\u00e7\u00e3o motora em subgrupos de pacientes com Parkinson que apresentavam a forma da doen\u00e7a de r\u00e1pida progress\u00e3o. Dado que as subescalas MDS-UPDRS podem n\u00e3o mostrar altera\u00e7\u00f5es de curto prazo associadas ao tratamento, a observa\u00e7\u00e3o de subgrupos com a forma de progress\u00e3o r\u00e1pida da doen\u00e7a de Parkinson poderia ajudar a melhorar a rela\u00e7\u00e3o sinal-ru\u00eddo e revelar efeitos potenciais do tratamento com anticorpos monoclonais. O estudo PASADENA consistiu em tr\u00eas tratamentos \u2013 placebo, 1.500 mg de prasinezumabe e 4.500 mg de prasinezumabe. Os pacientes foram distribu\u00eddos aleatoriamente nos tr\u00eas grupos ap\u00f3s serem estratificados por idade (acima ou abaixo de 60 anos), sexo e uso de inibidor da monoamina oxidase B. Pacientes em uso de outros medicamentos sintom\u00e1ticos para a doen\u00e7a de Parkinson, como agonistas da dopamina ou levodopa no in\u00edcio do<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"elementor_canvas","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2904","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2904","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2904"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2904\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8049,"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2904\/revisions\/8049"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/omeucaminho.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2904"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}